03 de Maio de 2026

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Internacional - 24/02/2022

Ucrânia tem 57 mortos e 169 feridos após bombardeios da Rússia

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Foto: Reprodução

Ucrânia tem 57 mortos e 169 feridos após bombardeios da Rússia

A Ucrânia contabiliza 57 mortos e 169 feridos após bombardeios provenientes da Rússia e iniciados na madrugada desta quinta-feira (24/2). As informações foram divulgadas por agências internacionais de notícias.

 

Segundo dados preliminares fornecidos pelo Ministério da Defesa do país, o governo ucraniano afirma ter sofrido ao menos 203 ataques russos desde o início da invasão.

 

Os bombardeios russos se intensificaram nas últimas horas e as tropas já se aproximam de Kiev, capital ucraniana e coração do poder do país. Além disso, os militares tomaram o controle da região onde ficava a usina radioativa de Chernobyl.

 

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O governo ucraniano preocupa-se, sobretudo, com um depósito de resíduos nucleares que existe no local. Chernobyl sofreu um grave desastre nuclear em abril de 1986.

 

 

De acordo com o Ministério da Defesa russo, 74 instalações militares ucranianas foram destruídas até o momento, incluindo 11 bases aéreas.

 

Um assessor da presidência da Ucrânia afirmou que o Aeroporto Militar de Hostomel foi capturado por forças russas. O terminal fica a cerca de 23 quilômetros da capital Kiev.

 

O Ministério da Defesa da Rússia disse que destruiu 83 alvos na Ucrânia, segundo a agência russa de notícias Interfax.

 

 

Com a aproximação das tropas militares russas, o prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, determinou toque de recolher. A medida vigora das 22h às 7h, e os residentes da cidade precisam portar documentos de identidade para locomoção durante o período de recolhimento.

 

A Rússia e a Ucrânia vivem um embate por causa da possível adesão ucraniana à Otan, entidade militar liderada pelos Estados Unidos. Na prática, Moscou vê essa possível adesão como uma ameaça à sua segurança. Os laços entre Rússia, Belarus e Ucrânia existiam desde antes da criação da União Soviética (1922-1991).

 

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Fotos: Reprodução

 

Fonte: Portal Metrópoles

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