Os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da Chiina, Xi Jinping, conversam durante reunião bilateral em Pequim, na China, em 4 de fevereiro de 2022
A China criticou o papel dos Estados Unidos na crise ucraniana nesta quarta-feira (23), acusando o governo dos EUA de "jogar lenha na fogueira".
"Os Estados Unidos não param de vender armas para a Ucrânia, aumentando a tensão e criando pânico", disse Hua Chunying, uma porta-voz do Ministério chinês das Relações Exteriores.
"A questão-chave é saber qual papel os EUA desempenham nas atuais tensões na Ucrânia; alguém joga lenha na fogueira e acusa os outros, é algo imoral e irresponsável", afirmou Hua.
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Na segunda-feira, a Rússia reconheceu duas regiões separatistas do leste da Ucrânia como repúblicas independentes. Em resposta, o governo dos EUA anunciou que vai aplicar sanções contra os russos.
A China reagiu de forma mais contida aos acontecimentos na Ucrânia: o governo chinês pediu para que as partes deem sinais de contenção.
Sanções não são eficazes, diz China

Foto: Reprodução
Respondendo a uma pergunta sobre a possibilidade de a China impor sanções à Rússia, Hua acrescentou que "elas nunca foram um meio eficaz para resolver problemas".
Na terça-feira (22), Estados Unidos, União Europeia, Reino Unido e outros países anunciaram sanções contra a Rússia, dirigidas, principalmente, a bancos, oligarcas e deputados.
Estas sanções iniciais são uma resposta à decisão do presidente Vladimir Putin de reconhecer a independência de Donetsk e Lugansk.
Trata-se de uma primeira rodada de medidas punitivas, de menor importância em relação às que poderão ser adotadas no caso de uma invasão da Ucrânia.
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O conflito no leste da Ucrânia, que já dura oito anos, deixou mais de 14 mil mortos até agora.
Fonte: Portal G1
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