Antropóloga e historiadora, Lilia Schwarcz ocupa a cadeira de número nove, que antes pertencia a Alberto da Costa e Silva
Na quinta-feira, 7/3, a antropóloga e historiadora Lilia Katri Moritz Schwarcz foi eleita para ocupar a cadeira de número nove da Academia Brasileira de Letras (ABL), o que faz de Schwarcz a 11ª mulher a receber o prestigiado título de “imortal” da academia. A 9ª cadeira da ABL estava vaga desde dezembro do ano passado, quando o também historiador Alberto da Costa e Silva morreu.
Além de antropóloga e historiadora, Lilia Schwarcz é escritora e professora sênior do Departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo (USP). É vencedora de múltiplos prêmios Jabuti — mais tradicional premiação literária do país — e autora de livros como As barbas do imperador (1998), Dicionário da esvravidão e liberdade (2018) e Óculos de cor: ver e não enxergar (2022), obra vencedora do Prêmio Jabuti na categoria Juvenil.
Veja também

Narges Mohammadi: quem é a vencedora do Nobel da Paz, que está presa pela 13ª vez no Irã
Professoras, delegada e juristas são premiadas com Diploma Bertha-Lutz
.jpeg)
Foto: Reprodução Google
Tradicional instituição voltada para o estudo da língua portuguesa no Brasil, a Academia Brasileira de Letras elege estudiosos e personalidades influentes dentro do cenário linguístico do país. Fundada pelo escritor Machado de Assis, em 1897, a ABL, nos últimos anos, tem sido cobrada para aumentar a representatividade feminina entre os “imortais” eleitos. Personalidades de renome como o cantor e compositor Gilberto Gil e a atriz Fernanda Montenegro ocupam cadeiras na ABL.
Fonte: com informações do Portal Correio Braziliense
Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.