02 de Maio de 2026

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Elas nos inspiram - 06/03/2024

Professoras, delegada e juristas são premiadas com Diploma Bertha-Lutz

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Foto: Reprodução

Veja quem são estas mulheres inspiradoras que irão receber o prêmio

O Senado Federal homenageou, nesta quarta-feira, 6/3, cinco mulheres que se destacam na defesa dos direitos das mulheres em suas áreas de atuação. Entre as agraciadas, estão duas brasilienses: a professora da Secretaria de Educação do DF Gina Vieira Ponte e a advogada e ex-ministra do Tribunal Superior Eleitoral Luciana Lóssio.

 

O Diploma Bertha Lutz 2024 tem como tema o combate à violência contra a mulher: "O silêncio fortalece o feminicídio. Denuncie!" A homenagem é um reconhecimento à atuação de mulheres na defesa dos direitos das mulheres. Além das brasilienses, foram agraciadas a promotora de Justiça da Paraíba Dulcerita Soares Alves; a delegada da Polícia Civil do Piauí Eugênia Villa; e a bibliotecária, professora e pesquisadora da Universidade Federal do Maranhão Maria Mary Ferreira. Os nomes foram indicados pela Bancada Feminina no Senado, presidida pela senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB).

 

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, abriu a cerimônia. Em seu discurso de abertura, ressaltou os alarmantes números de feminicídios no país em 2022 e reforçou o compromisso de senadores e senadoras no combate à violência doméstica. Detalhou o que considera progressos a partir da aprovação de projetos na Casa que aumentam penas para o crime de feminicídio e a Política Nacional de Proteção e Atenção Integral aos Órfãos do Feminicídio. "O caminho em direção à igualdade efetiva entre os gêneros, porém, ainda é longo. Essa trajetória só pode ser trilhada em conjunto, com a colaboração construtiva de diversos atores sociais", disse.

 

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Pacheco passou a Presidência da sessão à senadora Zenaide Maia (PSB/RN), que destacou em seu discurso a relevância das homenageadas e a importância da denúncia para combater o feminicídio. "O silêncio nos mata", disse a parlamentar.

 

Diploma Bertha Lutz


Instituída pelo Senado em 2001, a premiação chega à 21ª edição e faz referência a Bertha Lutz (1884-1976), bióloga e advogada, uma das figuras mais significativas do feminismo e da educação no Brasil do século 20.

 

Nascida em São Paulo, Bertha Maria Júlia Lutz é conhecida como a maior líder na luta pelos direitos políticos das mulheres brasileiras. Ela se empenhou pela aprovação da legislação que outorgou o direito às mulheres de votar e de serem votadas.

 

Em 1919, aprovada em um concurso público para pesquisadora e professora do Museu Nacional, tornou-se a segunda brasileira a fazer parte do serviço público no Brasil.

 

Tomou contato com o movimento feminista ao estudar na Europa. No retorno ao Brasil, fundou a Federação Brasileira pelo Progresso Feminino (FBPF). Uma das principais bandeiras levantadas por Bertha Lutz foi a de garantir às mulheres o direito ao voto. Isso só ocorreu no Brasil em 3 de maio de 1933, na eleição para a Assembleia Nacional Constituinte.

 

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Bertha Lutz foi eleita suplente para a Câmara dos Deputados em 1934. Em 1936, assumiu o mandato de deputada, que durou pouco mais de um ano. Ela morreu em 1976, no Rio de Janeiro.

  

Fonte: com informações Agência Senado 

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