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Geral - 25/07/2025

Quem é o ex-assessor de Bolsonaro que admitiu autoria de plano para matar Lula

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Foto: Reprodução/Google

Alckmin e Moraes também eram alvos de plano do "Punhal Verde e Amarelo"

Em depoimento ao Supremo Tribunal Federal (STF), o general da reserva Mário Fernandes, ex-secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência no governo Jair Bolsonaro, assumiu a autoria do plano “Punhal Verde e Amarelo”, que tramava o assassinato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin e do ministro do STF Alexandre de Moraes.

 

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Quem é Mário Fernandes

 

 

Mário Fernandes é um general de brigada da reserva do Exército Brasileiro. Durante o governo Bolsonaro, foi o número dois da Secretaria-Geral da Presidência, com um escritório próximo ao gabinete presidencial no Palácio do Planalto.

 

Fernandes também integrou o chamado “núcleo 2” da trama golpista, um grupo acusado de planejar ações para desestabilizar o Estado Democrático de Direito, segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR). O plano “Punhal Verde e Amarelo”, descrito pela PGR, incluía o monitoramento de Alexandre de Moraes e ações para sequestrá-lo eassassiná-lo, além de mirar Lula e Alckmin.

 

Fernandes admitiu ter redigido o documento e ordenado a impressão de seis cópias no Planalto, mas alegou que as rasgou e que o plano não foi compartilhado, afirmando que tratava-se de um “pensamento digitalizado”. O general confessou tambémser autor de uma minuta para um “gabinete de crise”, que, segundo a PGR, visava gerenciar uma crise institucional para facilitar um golpe, com o general Walter Braga Netto na liderança e Filipe Martins como assessor.

 

Fotos: Reprodução/Google

 

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Ele também admitiu ter frequentado entre cinco e sete vezes os acampamentos golpistas em frente a quartéis após as eleições de 2022, onde manifestantes pediam intervenção militar. Durante as visitas, ele propôs aos generais Augusto Heleno e Braga Netto uma audiência pública no Congresso para denunciar suposas fraudes eleitorais. Preso desde novembro de 2024, Fernandes foi interrogado por videoconferência pelo juiz auxiliar Rafael Henrique Janela Tamai Rocha, do gabinete de Moraes.

 

Fonte: com informações da Revista IstoÉ 

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