29 de Abril de 2026

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Comportamento - 23/11/2025

Pouco amor próprio? 2 estratégias práticas para desenvolver a autoestima

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Foto: Reprodução/Google

Esse padrão aumenta o arrependimento por pequenos sacrifícios do dia a dia e alimenta o ciclo de estresse, sentimentos negativos e queda da satisfação com a própria vida.

Pode até soar como clichê motivacional, mas gostar de si mesmo não é luxo, é biologia aplicada ao bem-estar. Autoestima alta e amor próprio consistente funcionam como amortecedores emocionais: protegem a saúde mental, ajudam no enfrentamento do estresse e influenciam até a forma como encaramos os desafios cotidianos.

 

Mas o que exatamente significa autoestima? Na prática, é o conjunto de percepções, sentimentos e julgamentos que fazemos sobre nosso próprio valor. É a capacidade de reconhecer qualidades, celebrar conquistas e manter uma imagem interna de competência — mesmo quando a vida aperta. Quando ela está abalada, surgem efeitos em cascata: humor negativo, sensação de de incapacidade, retraimento social e maior vulnerabilidade a quadros como ansiedade e depressão.

 

A ciência também ajuda a entender o impacto disso nas relações. Pesquisas mostram que pessoas com baixa autoestima tendem a se
sentir menos seguras nos vínculos afetivos e duvidam mais do apoio que recebem. Esse padrão aumenta o arrependimento por pequenos sacrifícios do dia a dia e alimenta o ciclo de estresse, sentimentos negativos e queda da satisfação com a própria vida.

 

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Foto: Reprodução/Google

 


O processo não é simples nem rápido. A autoestima se forma ao longo da vida, influenciada por experiências, modelos familiares e traços pessoais. Muitas vezes, contar com acompanhamento psicológico é fundamental para entender raízes profundas do problema. Ainda assim, algumas estratégias práticas ajudam a construir — ou reconstruir — essa percepção interna de valor.

 

1. Invista em autoconhecimento

 

Listar o que você tem de melhor, que é passível de ser amado, não é exercício de vaidade, é treino de autopercepção. Uma forma simples de começar é colocar no papel ao menos 20 qualidades pessoais. Vale tudo, menos características ligadas ao desempenho profissional: o objetivo é enxergar quem você é além do trabalho. Outra opção é recorrer a alguém de confiança e pedir uma análise honesta das suas forças. Essa devolutiva externa ajuda a enxergar ângulos que você mesmo ignora.

 
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2. Pratique mindfulness

 

A habilidade de permanecer no presente — sem críticas, sem ruminações — tem efeito real na forma como nos percebemos. Pesquisas mostram que até treinos curtos de atenção plena já provocam um aumento mensurável na autoestima. É como se a mente ganhasse espaço para respirar entre pensamentos automáticos e narrativas negativas. A prática pode ser feita em poucos minutos por dia, com exercícios simples de respiração e foco. 

 

Fonte: com informações Viva Bem

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