O então líder do MDB no Senado proferiu ataques à ministra Flávia Arruda, da Secretaria de Governo.
*Por Antinio Zacarias - O ser humano não nasce ruim; ele é feito ruim. Foi assim que Eduardo Braga foi construído. Ele foi criado na arrogância da riqueza, na soberba e na indiferença com o resto do mundo. Se tornou um ser insuportável.
Ainda jovem costumava humilhar empregados com gritos e ameaças. Nunca soube o que é o limite na relação humana. Pra ele, o dinheiro sempre foi a representação do céu: eu chego lá se eu tiver grana.
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Eduardo foi crescendo, casou e constituiu família. Suas histórias de agressão logo caíram no ouvido do povo. Nunca escondeu sua conduta machista e misógina. Se for mulher, o grito e a humilhação resolvem.
Se é bom pai não sabemos, mas é de conhecimento público que bom marido não é.
E daí se fez político.

Era um empresário de porte médio. Quando foi governador a primeira vez declarou um patrimônio de um milhão de reais. Quatro anos depois já tinha acumulado 17 milhões. Era um forte candidato ao Prêmio Nobel de Economia. Aumentou sua fortuna de forma meteórica, coisa inimaginável num mundo em crise financeira. Deve ter sido sorte de governador iniciante.
E assim Eduardo Braga se tornou o senador mais rico da república.

Fotos: Reprodução
Hoje, com discurso de bom moço e bom governante, é candidato novamente ao governo do Amazonas. O céu é o limite. Ou seria: a grana é o limite?
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Braga não é bom moço nem bom governante. O que ele é mesmo é uma pessoa ruim, que não gosta de gente, principalmente se for mulher e gente pobre. Ele gosta mesmo é de dinheiro e de preferência público.
Uma ponte aqui, outra acolá... E o bolso cheio.
*Antonio Zacarias é jornalista ha mais de 45 anos e empresário na área de Comunicação Digital
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