O amor-próprio é a base de relações saudáveis e evita que vínculos ambíguos minem a autoestima
Inés Mañosa, especialista em relacionamentos e em desenvolvimento pessoal, compartilhou uma mensagem em suas redes sociais que chamou a atenção de seus seguidores, especialmente daqueles que vivem relações marcadas pela ambiguidade. Nessa publicação, ela fala sobre o amor-próprio e a importância de que cada indivíduo não se contente com um vínculo em que é tratado como opção e não como prioridade.
— Você não é um ‘vamos ver’, não é um ‘talvez’, nem um ‘se as coisas mudarem’, nem um ‘não tenho certeza' — explica. Para coach Inés Mañosa, é importante que os seres humanos trabalhem constantemente o amor-próprio e mostrem que valem muito mais do que pensam.
Muitas pessoas costumam sofrer de baixa autoestima, o que faz com que o bem-estar e a felicidade dependam do parceiro, sem considerar que isso pode trazer consequências no futuro, já que a relação pode se tornar tóxica.
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A importância do amor-próprio

Foto: Reprodução/Google
Para Mañosa, é essencial que cada indivíduo aprenda a amar a si mesmo e aos outros; embora ela reconheça que esse possa ser um processo longo e complicado, considera-o fundamental para a saúde pessoal e dos relacionamentos. — Não se contente em ser uma opção, porque você é um ‘sim’ inegociável, seguido de um ponto final. Embora às vezes se esqueça disso, no fundo você sabe que vale muito mais — acrescenta Mañosa.
O amor-próprio é fundamental quando a pessoa sente que não é a primeira opção do parceiro e que suas opiniões não são levadas a sério. Por isso, a especialista recomenda sair de relações que não acrescentam nada à vida. Quando o indivíduo aprende a amar a si mesmo, aprende também a viver com seriedade em cada aspecto de sua vida e a tomar decisões importantes, como o que quer ou não de uma relação.
O psicanalista e psicólogo alemão Erich Fromm explica que, muitas vezes, as pessoas tentam encontrar o parceiro “adequado” e acabam se concentrando apenas em fazê-lo feliz, em demonstrar todo o seu amor; nesse processo, começam a deixar de lado o amor-próprio e a autoestima. — O amor é, antes de tudo, dar, e não receber. Dar é a máxima expressão de poder e de vida. No ato de dar, experimento minha força, minha riqueza, meu poder, e esse sentimento de vitalidade me enche de alegria — afirmou Fromm.
Fonte: com informações Correio Braziliense
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