Governo destaca que objetivo não é alterar lei sobre o tema; encontro ocorre no Palácio do Planalto, em Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu na manhã de segunda-feira, 9, com ao menos 15 ministros. O encontro é realizado no Palácio do Planalto, em Brasília (DF). Na pauta, a continuidade do debate sobre a atuação das empresas públicas, com objetivo de modernizar e ampliar a eficiência das estatais.
Estão presentes na reunião os ministros Rui Costa (Casa Civil), José Múcio (Defesa), Fernando Haddad (Fazenda), Renan Filho (Transportes), Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos), Camilo Santana (Educação), Nísia Trindade (Saúde), Alexandre Silveira (Minas e Energia), Esther Dweck (Gestão e Inovação), Juscelino Filho (Comunicações), Waldez Góes (Integração), Jader Filho (Cidades) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais).
O chefe da CGU (Controladoria-Geral da União), Vinicius de Carvalho, e o chefe da AGU (Advocacia-Geral da União), Jorge Messias, também estão na reunião, assim como o ministro substituto do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, e a secretária de coordenação e governança das empresas estatais do Ministério da Gestão, Elisa Vieira Leonel.
Veja também
.jpeg)
Câmara entra em esforço concentrado antes do recesso parlamentar
Comissão aprova relatório preliminar do Orçamento de 2025
(79).jpeg)
A primeira reunião sobre o tema ocorreu em 25 de novembro. Estavam presentes 11 ministros. Na ocasião, o governo declarou que as discussões a respeito de mudanças nas empresas públicas não vão alterar a Lei das Estatais nem o regulamento das firmas. De acordo com a gestão, o objetivo é modernizar e ampliar a eficiência das companhias, preservando sua autonomia.
“O governo está discutindo um conjunto de medidas que tem como objetivo modernizar e ampliar a eficiência das empresas estatais federais, preservando sua autonomia e alinhando-as às melhores práticas de governança corporativa. As mudanças em discussão não alteram a Lei das Estatais (Lei 13.303, de 2016) nem sua regulamentação”, afirmou o MGI (Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos).
(51).jpeg)
Fotos: Reprodução/Google
Em outubro, o governo enviou ao Congresso Nacional um projeto de lei que busca ajudar as estatais a reduzir a dependência financeira dos recursos da União. A proposta quer mudar a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) para permitir a assinatura de contratos de gestão, com duração pré-determinada, entre as empresas dependentes e os ministérios supervisores.Além disso, durante o período do contrato, as receitas próprias que as empresas dependentes gerarem ao comercializar produtos e serviços poderão ficar no próprio caixa da firma. Atualmente, esses recursos têm de ser devolvidos ao Tesouro Nacional.
Curtiu? Siga o Portal Mulher Amazônica no Facebook, Twitter e no Instagram.
Segundo o governo, a proposta não altera os níveis de transparência dos gastos públicos nem o cálculo da meta fiscal. “Caso a proposta seja aprovada, o que hoje entra como gasto da estatal no Orçamento Fiscal continuará entrando como gasto, mas na conta do ministério supervisor que assinará o contrato de gestão. Os valores serão equivalentes e continuarão impactando o resultado primário da mesma forma, só que alocados em ações orçamentárias diferentes”, completou o ministério, à época.
Fonte: com informações R7
Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.