O termo surgiu para expor uma questão que as mulheres conhecem bem: a falta de orgasmos nas relações sexuais
Somos mais da metade da população mundial, mas ainda sofremos com desigualdades e lacunas que expõem o quanto ainda é necessário discutir o lugar da mulher na sociedade. Indo além dos assuntos mais conhecidos onde acontecem essas desigualdades, como o mercado de trabalho e salário, precisamos olhar para outra questão também: o prazer feminino.
Segundo o “Censo do Sexo 2022″, da Pantynova, empresa de desenvolvimento de produtos de bem-estar sexual, mostrou que existe uma “lacuna do orgasmo” — o feminino ainda é 35% menor que o masculino, tanto na masturbação quanto na relação a 2. Quando sozinhas, 66% das mulheres disseram gozar sempre; já, quando envolve outra pessoa, esse número cai pra 19%.
Embora seja difícil identificar o que exatamente causa a lacuna do orgasmo, existem alguns fatores que devem ser considerados. Em um país como o nosso, a falta de educação sexual certamente está no topo da lista.Segundo o “Censo do Sexo 2022″, da Pantynova, empresa de desenvolvimento de produtos de bem-estar sexual, mostrou que existe uma “lacuna do orgasmo” — o feminino ainda é 35% menor que o masculino, tanto na masturbação quanto na relação a 2. Quando sozinhas, 66% das mulheres disseram gozar sempre; já, quando envolve outra pessoa, esse número cai pra 19%.
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Embora seja difícil identificar o que exatamente causa a lacuna do orgasmo, existem alguns fatores que devem ser considerados. Em um país como o nosso, a falta de educação sexual certamente está no topo da lista.Desde o início dos tempos, pensamos que o sexo não é para o prazer, mas apenas um meio para um fim, a reprodução. Embora isso possa estar mudando nos últimos tempos, há um longo caminho a percorrer quando se trata de priorizar o prazer feminino.
Muitas pessoas também acreditam erroneamente que a anatomia feminina é excessivamente complicada, o que acaba aumentando ainda mais essa lacuna. Para se ter uma ideia, o clitóris só passou a ser estudado e compreendido há apenas alguns anos e ainda é envolto de muitas dúvidas entre homens e mulheres.
Pelo estudo, as pessoas estão cada vez menos preconceituosas em relação às diversas formas de prazer, já que 95% acreditam que falar sobre sexo impacta positivamente a sociedade e 75% acham que falar sobre suas relações sexuais e masturbação com pessoas próximas é benéfico para sua saúde mental ou física.
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Fotos: Reprodução/Google
“Acreditamos que o bem-estar sexual passa pelo autoconhecimento e que é fundamental para a autoestima. Nesse sentido, os dados apresentados podem ajudar no entendimento da sexualidade individual e coletiva”, diz o pesquisador Derek Derzevic, cofundador da Pantynova.
Fonte: com informações do Portal Nova Mulher
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