Desde a infância é engajada com a luta, na década de 80 passou a ter contato com os Paiter Suruí e Uru-Eu-Wau-Wau. Ela morava em frente a Funai, e começou a conviver com os indígenas que iam na Fundação, e passou a atuar na Funai trabalhando com indígenas
Ivaneide Bandeira Cardoso, a Neidinha Suruí é uma indigenista e defensora ambiental, que desde jovem atua em defesa dos povos indígenas em Rondônia, e também na defesa da floresta.
Filha de um extrativista do Acre, Neidinho cresceu no seringal, aprendeu a ler em livros e revistas e hoje é formada em história, mestra em geografia e doutoranda em geografia na Universidade Federal de Rondônia (UFRO). Foi casada com o cacique geral do povo Paiter Suruí, Almir Suruí, e é mãe de Txai Suruí, ativista indígena e única brasileira a discursar na abertura da COP26 em Glasgow, em 2021.
Desde a infância é engajada com a luta, na década de 80 passou a ter contato com os Paiter Suruí e Uru-Eu-Wau-Wau. Ela morava em frente a Funai, e começou a conviver com os indígenas que iam na Fundação, e passou a atuar na Funai trabalhando com indígenas isolados.
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Foto: Reprodução/Google
Foi então que começou a lidar com ameaças de madeireiros ilegais, grileiros, garimpeiros, e invasores de Unidades de Conservação e territórios indígenas. Após um grupo de indigenistas servidores da Funai e a ONG onde Neidinha atuava denunciar corrupção na entidade, os servidores foram exonerados, e a ONG demitida. Então surgiu a Kanindé, organização de defesa etnoambiental, a qual está a frente.
Fonte: com informações do Portal Ninja
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