As ameaças à sua vida são constantes, porém o Poder Público não atua de forma eficiente na proteção de suas vidas
Osvalinda vive na comunidade de Areias II, em Trairão, no Pará, e fundou a Associação de Mulheres da comunidade. É perseguida por sua atuação como agroextrativista junto a seu marido, Daniel Pereira, a ponto de terem covas cavadas com cruzes com seus nomes cavadas no quintal de sua casa.
Ela, junto à Daniel, é liderança da área destinada à reforma agrária onde vivem, que é disputado por madeireiros e fazendeiros.No Projeto de Assentamento Areias, há 24 anos quase 300 famílias produzem de forma sustentável, sem agrotóxicos.
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Foto: Reprodução/Google
As ameaças à sua vida são constantes, porém o Poder Público não atua de forma eficiente na proteção de suas vidas. “Pobre só merece morte” foi o que ouviu na sala de sua casa de um grupo de fazendeiros e pistoleiros, mas ela e Daniel seguem na luta em defesa de suas vidas e seu território.
Fonte: com informações do Portal Ninja
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