19 de Abril de 2026

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Sexo - 20/01/2024

Insônia: dormir mal prejudica a vida sexual, mostra estudo

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Foto: Reprodução Google

Estudo da Universidade de Rochester revela que a insônia está fortemente associada a piora da função sexual. Mulheres são as mais afetadas

As pessoas que sofrem com dificuldade para dormir ou que não têm sono de qualidade correm maior risco de ter problemas sexuais. E as mulheres são as mais prejudicadas. A descoberta vem de um estudo feito na Universidade de Rochester, nos Estados Unidos. Os resultados foram publicados no Journal of Psychosomatic Research, em dezembro de 2023.

 

“O sono saudável é um componente chave da função sexual. Esta pesquisa explora as relações entre a gravidade da insônia, a satisfação sexual e a função sexual”, afirmam os autores no trabalho. “A presença de insônia clínica foi fortemente associada a uma pior função sexual em homens e mulheres”, contam.

 

Sete em cada 10 brasileiros sofrem com alterações no sono, segundo dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A insônia é caracterizada pela dificuldade para dormir e manter o sono contínuo durante a noite, ou pelo despertar antes do horário desejado. A privação de sono pode indicar alterações na saúde física ou mental, causadas por estresse, ansiedade, consumo de álcool e cafeína e uso de camas desconfortáveis.

 

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Insônia e vida sexual

 

 

Os cientistas entrevistaram 1.226 pessoas — sendo 618 homens e 648 mulheres — com idade média de 45 anos, para avaliar a qualidade do sono e a vida sexual delas. Os participantes foram questionados sobre como dormem; como o sono interfere em seu humor, energia e relacionamento; e como avaliavam seu desejo sexual, excitação, lubrificação, orgasmo, satisfação e dor durante a relação sexual.

 

A pesquisa Sono e Sexo II incluiu medidas que abordam insônia, medo de dormir, pesadelos, função sexual, satisfação sexual, atividade sexual, depressão, ansiedade, estresse pós-traumático e uso de álcool. Mais da metade das mulheres com insônia (53,8%) sofria de problemas sexuais, como baixa satisfação e dificuldade para chegar ao orgasmo. Os problemas na vida sexual foram relatados por 31,8% das que não tinham dificuldade para dormir.

 

Entre os homens, 23% dos que sofriam com insônia também tinham queixas na vida sexual, enquanto apenas 12% dos que dormiam rapidamente tinham os mesmos problemas.

 

Fotos: Reprodução Google

 

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“As mulheres tiveram aproximadamente o dobro da taxa de disfunção sexual e insônia que a experimentada pelos homens”, chamam atenção os pesquisadores. Por outro lado, ter atividade sexual recente foi correlacionada com melhor sono, menor ansiedade e pontuações mais baixas em um exame de transtorno de estresse pós-traumático.

 

Fonte: com informações do Portal Metrópoles 

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