Com uma diversidade impressionante, a América do Sul abriga mais de uma dezena de espécies de raposas, dentre as quais se destaca a notável raposa-cinzenta.
Arqueólogos desvendam mistério ancestral na América do Sul: raposas enterradas junto a humanos revelam laços de amizade e devoção que datam de 1.500 anos na Patagônia argentina.
Em uma reviravolta surpreendente, cientistas revelam que a espécie extinta de raposas, Dusicyon avus, pode ter sido mais do que simplesmente símbolos na antiguidade.
Uma análise minuciosa de DNA indica uma convivência íntima entre humanos e raposas, sugerindo que esses animais eram, de fato, amados como animais de estimação.
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Foto: Alejandro Avampini
A descoberta, publicada recentemente no prestigiado periódico científico Royal Society Open Science, lança uma nova luz sobre a história da domesticação animal. Ophélie Lebrasseur, pesquisadora da Universidade de Oxford, descreve a ligação entre humanos e raposas como algo além do simbólico, evidenciando um vínculo genuíno de companheirismo.
A raposa encontrada no cemitério de Cañada Seca na Argentina, há muito habitado por grupos de caçadores-coletores, pesava entre 10 e 15 kg, e sua presença nos túmulos sugere um papel vital na vida cotidiana dessas comunidades antigas.
Essa descoberta única, resultado de uma colaboração entre pesquisadores internacionais, desafia as narrativas convencionais sobre a domesticação animal, destacando a importância histórica e cultural das raposas na América do Sul.
Fonte: com informações do G1
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