23 de Abril de 2026

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Política - 22/09/2022

Depois de Moraes, surge um novo algoz de Bolsonaro no Judiciário

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Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro (PL) na chegada a Londres.

O ministro Benedito Gonçalves, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), está sendo acertadamente rigoroso ao coibir o uso da máquina pública na campanha do presidente Jair Bolsonaro.

 

Nesta quarta, 21, ele reiterou, de forma veemente, a determinação que proíbe o presidente de usar imagens do 7 de Setembro em sua propaganda eleitoral.

 

Na decisão de hoje, o ministro reforçou o que já havia sido decidido por ele em liminar no dia 11 de setembro e confirmado pelos ministros do TSE no dia 13.

 

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Segundo ele, apesar da determinação da Justiça Eleitoral, foi mantido farto volume de conteúdo envolvendo o 7 de setembro nas redes do presidente.

 

“Foi mantido, nas páginas do investigado Jair Bolsonaro, farto volume de postagens contendo imagens da comemorações do Bicentenário, em franca contrariedade à decisão liminar proferida nos autos”, escreveu Benedito.

 

A decisão do ministro foi acertada e atinge diretamente o presidente e sua equipe. Depois de sequestrar uma data que pertence a todos os brasileiros, Bolsonaro esperava usar as imagens como forma de ganhar votos e mostrar força política.

 

 

Fotos: Reprodução

 

A estratégia é equivocada por diversos motivos, mas o principal é o uso da máquina pública de forma eleitoreira.

 

Assim como Alexandre de Moraes, o ministro Benedito Gonçalves tem sido preciso em suas decisões.

 

No início desta semana, ele proibiu que Bolsonaro use imagens do discurso feito na sacada da embaixada brasileira em Londres em sua campanha eleitoral.

 

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O presidente foi ao evento como chefe de Estado e não pode usar isso de forma eleitoreira e na campanha.

 

Bolsonaro não tem limites. Entrou num vale-tudo pela reeleição. Ainda bem que autoridades como Benedito e Moraes estão dispostos a fazer o que for preciso para garantir uma disputa justa e para que os brasileiros saibam quem está tentando permanecer no poder.

 

Fonte: Com Informações da revista Veja 

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