23 de Abril de 2026

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Política - 22/09/2022

Bolsonaro diz que pobres foram 'acostumados' a não aprender profissão

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Foto: Reprodução

Em entrevista à Rede Vida, o presidente também voltou a afirmar que o número de pessoas que passam fome no Brasil é superestimado

O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou, na quarta-feira (21/9), que a população pobre está “acostumada” a não aprender uma profissão.

 

A declaração foi dada em entrevista à emissora católica Rede Vida. Durante a sabatina, o mandatário afirmou que “tirar as pessoas da linha da pobreza é um trabalho gigantesco”.

 

“São pessoas que foram, ao longo dos anos, acostumadas a não se preocupar ou o Estado negar uma forma de ela aprender uma profissão”, pontuou.

 

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Bolsonaro diz que pobres foram "acostumados" a não aprender profissão

 

Bolsonaro também voltou a afirmar que o número de pessoas que passam fome no Brasil é superestimado.

 

De acordo com a Rede Brasileira de Pesquisa e Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional, 33,1 milhões de brasileiros enfrentam algum grau de insegurança alimentar.

 

Bolsonaro: Pobres foram "acostumados" a não aprender profissão | Revista  Fórum

 

Durante a entrevista, Bolsonaro afirmou que “não é esse número todo” de pessoas que passam fome no país. Segundo o mandatário, quem vive abaixo da linha da pobreza pode recorrer ao Auxílio Brasil.

 

Judiciário

 

Bolsonaro x STF - YouTube

Fotos: Reprodução


O presidente e candidato a reeleição também defendeu pautas conservadoras e falou sobre a indicação de ministros ao Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com Bolsonaro, se reeleito, indicará dois novos juízes que sejam contrários ao aborto.

 

O mandatário também criticou a Suprema Corte por ser “completamente independente” dos outros Poderes e ter um “ativismo muito forte”.

 

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“O Judiciário se coloca como um poder, no caso o STF, completamente independente. Eles têm um ativismo muito forte. O último agora foi mexer nos decretos de armas. Os decretos, está lá na nossa Constituição, que é privativo do Legislativo questionar decretos, via projeto de decreto legislativo”, afirmou.

 

Fonte: Portal Metrópoles

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