21 de Abril de 2026

NOTÍCIAS
Política - 22/09/2023

Defesa de Bolsonaro nega golpismo e diz que irá à Justiça por calúnias

Compartilhar:
Foto: Reprodução/Google

Em colaboração premiada à PF, tenente-coronel Mauro Cid afirmou que Bolsonaro teria se reunido com Forças Armadas sobre intervenção militar

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se manifestou, na quinta-feira, 21/9, sobre o suposto conteúdo da delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid. Em nota, representantes do ex-mandatário afirmam que ele “jamais tomou qualquer atitude que afrontasse os limites e garantias estabelecidas pela Constituição e, via de efeito, o Estado Democrático de Direito”.

 

A manifestação ocorre após a imprensa noticiar que o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro teria afirmado, em delação premiada à Polícia Federal (PF), que o ex-chefe do Executivo federal se reuniu com a cúpula das Forças Armadas e ministros no ano passado, com o tema intervenção militar em pauta. A intenção seria impedir a troca de governo.

 

“A defesa do Presidente Jair Bolsonaro, diante das notícias veiculadas pela mídia na data de hoje sobre o suposto conteúdo de uma colaboração premiada, esclarece que: 1. Durante todo o seu governo jamais compactuou com qualquer movimento ou projeto que não tivesse respaldo em lei, ou seja, sempre jogou dentro das quatro linhas da Constituição Federal”, diz a nota divulgada à imprensa.

 

Veja também 

 

Maioria do STF vota contra tese sobre Marco Temporal

Alckmin recebe delegação chinesa no Palácio do Itamaraty

 

Sem citar diretamente Cid, os advogados de Bolsonaro defenderam ainda que pretendem adotar “medidas judiciais cabíveis contra toda e qualquer manifestação caluniosa, que porventura extrapolem [sic] o conteúdo de uma colaboração que corre em segredo de Justiça, e que a defesa sequer ainda teve acesso”.

 

A delação de Mauro Cid

 

Foto: Reprodução/Google

 

Ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, o tenente-coronel Mauro Cid ficou preso por quatro meses, sob acusação de ter liderado esquema de adulteração de cartões de vacina. Ele foi solto neste mês e, diante de uma situação jurídica complicada, resolveu fechar acordo de delação premiada com a Polícia Federal, entre o fim de agosto e o início de setembro.Cid teria delatado que Bolsonaro, após sua derrota, fez uma reunião com comandantes militares, no fim de 2022, para debater a viabilidade de um golpe de Estado.

 
Curtiu? Siga o Portal Mulher Amazônica no FacebookTwitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp e Telegram.

 

A reunião que o então presidente teve com a cúpula das Forças Armadas e seus ministros mais próximos não resultou em uma proposta de golpe, porque a ideia de intervenção militar não foi aceita por unanimidade. 

 

Fonte: com informações do Portal Metrópoles

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Nome:

Email:

Mensagem:

LEIA MAIS
Fique atualizada
Cadastre-se e receba as últimas notícias da Mulher Amazônica

Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.