10 de Maio de 2026

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Diversidade - 17/05/2024

Congresso Nacional é iluminado com as cores da bandeira LGBTQIAP+

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Foto: Reprodução Google

O ato celebra o Dia Internacional Contra a LGBTFobia, comemorado nesta sexta-feira, 17/5, como um marco na luta contra o preconceito

O Congresso Nacional foi iluminado com as cores da bandeira da comunidade LGBTQIAPN+. O ato ocorreu na noite desta sexta-feira, 17/5, em celebração ao Dia Internacional Contra a LGBTFobia, celebrado hoje, e ao Dia do Orgulho de Ser Trans e Travesti, que ocorreu na última quarta-feira, 15/5.

 

A iluminação foi feita em resposta ao pedido da deputada federal Erika Hilton (PSol-SP) e da liderança do PSol na Câmara. “Uma homenagem à tantas pessoas que lutam e lutaram pra que nossa comunidade avance em seu direito de ser, de amar e de viver dignamente”, escreveu Erika nas redes sociais.

 

A deputada também destacou que a iluminação do Congresso serve para mostrar para a sociedade que a comunidade LGBTQIAPN+ está presente no ambiente político. "É também um lembrete, aos que nos querem fora da política, que nós já estamos e estaremos cada vez mais presentes nela. Que nós resistiremos, persistiremos e venceremos. E usarei todos os momentos possíveis para que nossa bandeira esteja estampada, pendurada e iluminando espaços de poder", acrescentou.

 

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No Brasil, o Dia Contra a LGBTFobia foi oficialmente incluído no calendário nacional em 2010, através de um decreto assinado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), durante o segundo mandato.

 

A data também mostra como ainda é necessário lutar contra o preconceito que atinge a comunidade LGBTQIAPN+. De acordo com dados do painel do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDH), que divulga números e indicadores sobre violações de direitos humanos no Brasil, foram registrados 33.935 violações contra pessoas que se autodeclaram LGTQIA+ apenas entre janeiro e maio de 2024.

 

Fotos: Reprodução Google

 

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Foram mais de 12 mil violações contra gays; mais de 8 mil relacionados a lésbicas; mais de 4 mil a bissexual e transexuais, 2 mil pessoas transgêneros, mil a "outros" e 774 relacionados a travestis.

 

Fonte: com informações do Portal Correio Braziliense 

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