05 de Dezembro de 2025

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Política - 10/11/2025

Após reunião com Moraes, Motta defende união no combate ao crime organizado

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Foto: Bruno Spada/Câmara

Presidente da Câmara participou de encontro no STF com Alexandre de Moraes, Paulo Gonet e procuradores estaduais para discutir segurança pública e avanço das facções

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou, nesta segunda-feira, 10/11, que o momento é de união entre as instituições brasileiras no enfrentamento ao crime organizado. A declaração foi feita nas redes sociais logo após reunião no Supremo Tribunal Federal (STF) com o vice-presidente da Corte, ministro Alexandre de Moraes, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e os 27 procuradores-gerais de Justiça dos estados.

 

“Acabo de sair do Supremo Tribunal Federal, onde participei de uma reunião para discutir a pauta da segurança pública. O momento é de união das instituições contra o crime organizado”, publicou Motta no X (antigo Twitter). O encontro, realizado no gabinete de Moraes, também debateu medidas relacionadas à Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 635, conhecida como ADPF das Favelas.

 

A reunião foi convocada por Moraes após a megaoperação policial nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, que deixou 121 mortos. Em decisão recente, o ministro determinou que o governo fluminense preserve as imagens das câmeras corporais dos agentes e encaminhe à Corte todos os laudos de autópsia das vítimas. Também foram impostas obrigações ao Ministério Público, à Defensoria Pública e ao Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) para detalhar as circunstâncias da operação.

 

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Foto: Reprodução/Google

 

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Moraes recebeu Hugo Motta para debater sobre o projeto de lei que cria o Marco do Crime Organizado, em tramitação no Congresso Nacional. O texto propõe integrar políticas de segurança e ampliar mecanismos de investigação financeira de facções. A reunião marcou a primeira grande mobilização institucional desde que o ministro assumiu a relatoria da ADPF 635, após a aposentadoria de Luís Roberto Barroso.


Fonte: Com informações Correio Braziliense 

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