17 de Abril de 2026

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Saúde da Mulher - 22/03/2024

Após desabafo de Adriane Galisteu, confira 8 dicas para melhorar o sono na menopausa

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Foto: Reprodução/Google

Especialista Sofia Furlan lista estratégias para lidar com sintomas relatados pela apresentadora de 50 anos

Além das ondas de calores, vontade de doce e instabilidade de humor relatados por Adriane Galisteu, a menopausa pode influenciar diretamente na qualidade do sono da pessoa que está passando pelo declínio natural nos hormônios reprodutivos.

 

Em seu perfil no Instagram, a apresentadora de 50 anos abriu o coração sobre o impacto da fase de mudança hormonal em seu corpo. "Tem horas que eu acho que estou enlouquecendo, falo: não é possível, enlouqueci? Não, estava bem... de repente, dá uma raiva, uma coisa pequena, mas é uma explosão. Aí, depois, dá um choro, uma tristeza, uma angústia. Do nada, uma vontade de comer doce. Por que será que isso acontece?", questionou Adriane Galisteu no vídeo, respondido por um médico que deve os sintomas às variações nos hormônios.

 

À Quem, Sofia Furlan, especialista em Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia do Sono da Resmed, explica como esse período requer uma maior atenção na hora de dormir. "Na fase pré-menopausa é comum surgirem problemas como fragmentação do sono, aumento dos despertares noturnos e uma sensação geral de piora na qualidade do sono. Estes sintomas podem ser agravados pela frequente ocorrência das típicas ondas de calor e suores noturnos, que são sinais clássicos da menopausa", afirma.

 

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Ela ainda pontua a importância de considerar a diminuição dos níveis de progesterona, um hormônio crucial que estimula a musculatura respiratória e pode contribuir para o aumento da probabilidade de desenvolvimento de apneia obstrutiva do sono nesse período da vida."Outras mudanças hormonais, como a redução do estrogênio durante a menopausa, também podem afetar o ritmo circadiano, o sistema que regula os padrões de sono e vigília ao longo do dia. Isso pode resultar em dificuldades para adormecer, insônia e uma sensação de sonolência diurna", declara.

 

Confira oito estratégias que podem contribuir na busca de um sono melhor da mulher durante a menopausa:

 

 

 

1 - Estabeleça uma rotina de sono regular: tente ir para a cama e acordar todos os dias no mesmo horário, mesmo aos fins de semana. Isso ajuda a regular o relógio biológico e a melhorar a qualidade do sono.

 

2 - Crie um ambiente propício para o sono: mantenha o quarto fresco, escuro e silencioso. Considere o uso de cortinas blackout e tampões de ouvido.

 

3 - Gerencie as ondas de calor: use roupas leves e opte por lençóis e cobertores respiráveis. Um ventilador ou ar-condicionado também pode ajudar a aliviar os sintomas das ondas de calor.

 

 

 

4 - Pratique técnicas de relaxamento: antes de dormir, experimente técnicas de relaxamento, como respiração profunda, meditação ou alongamento suave. Isso pode ajudar a reduzir o estresse e facilitar o sono.

 

5 - Evite estimulantes à noite: limite o consumo de cafeína e evite alimentos pesados, picantes ou gordurosos antes de dormir, pois podem causar desconforto digestivo e dificultar o sono.

 

6 - Pratique atividade física regularmente: o exercício regular pode ajudar a melhorar a qualidade do sono. No entanto, evite atividades intensas perto da hora de dormir, pois isso pode interferir no sono.

 

 

Fotos: Reprodução/Google

 

7 - Quando indicado, considere a reposição hormonal: Se os sintomas da menopausa estiverem afetando significativamente o sono e a qualidade de vida, converse com o seu (sua) ginecologista sobre a possibilidade de terapia de reposição hormonal. Isso pode ajudar a equilibrar os níveis hormonais e aliviar os sintomas.

 

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8 - Se os problemas de sono persistirem, consulte um especialista em sono. Eles podem realizar uma avaliação abrangente e recomendar estratégias personalizadas para melhorar o sono durante a menopausa. 

 

Fonte: com informações do Portal G1

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