50 anos sem Leila Diniz, um dos maiores ícones feministas do Brasil
O Jornal da Globo faz uma homenagem a Leila Diniz, e quem conta a história é Nelson Motta – assista à matéria completa no vídeo acima.
Leila era uma professora de comédia primária quando se tornou a mulher e a estrela de Domingos Oliveira na comédia romântica “Todas as Mulheres do Mundo”ao lado de Paulo Joséestourando as bilheterias e estabelecendo um novo padrão de mulher no país.
Personagem popular e nos bares de Ipanema, Lei era uma mulher livre e reservada que, numa época de grande ditadura militar, defende e pratica a liberdade sexual e o prazer das mulheres, bebia cerveja e não falada palavrão, e não da ditadura satisfações a ninguém. A Banda de Ipanema não poderia ter uma rainha melhor do que Leila Diniz.
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Leila também se celebrizou por uma entrevista no semanário “O Pasquim” em que todos os palavrões que disse ter quase que ser substituídos por asteriscos, e foi presa como uma ameaça à família brasileira. E promoveu a volta do teatro de revistas com Tem banana na banda.
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Leila aos 27 anos morreu num acidente aéreo na Índia, e o melhor de sua definição de papel foi do poeta Carlos Dummond de Andrade: “Sem discurso nem requerimento, Leila Diniz soltou as mulheres de 20 anos presas ao tronco de uma escravidão especial”.
E Rita Lee cantava em “Todas as mulheres do mundo”:
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Fotos: Reprodução
Toda mulher quer ser amada
Toda mulher quer ser feliz
Toda mulher se faz de coitada
Toda mulher é meio Leila Diniz
Fonte: Portal G1
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