Ursula von der Leyen (centro), presidente da Comissão Europeia, e Josep Borrell (à dir.), chefe da diplomacia da UE, ao lado de autoridades ucranianas durante visita a Butcha
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, voltou a dizer nesta sexta-feira (8) que fará o possível para que a adesão da Ucrânia à União Europeia (UE), demanda do governo de Volodimir Zelenski, saia do papel.
Ela estava em Butcha, a cidade nos arredores de Kiev onde centenas de corpos foram encontrados nas ruas e em valas comuns após a saída das tropas russas há menos de uma semana.
Ali, vestindo um colete a prova de balas, a líder do Executivo da UE acompanhou a exumação de corpos de uma das valas. Ela estava acompanhada de Josep Borrell, chefe da diplomacia do bloco.
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Von der Leyen disse que as mortes de civis em Butcha mostram o "lado cruel" do Exército de Vladimir Putin, prometendo aumentar o apoio fornecido à Kiev para a defesa das fronteiras nacionais. "O impensável aconteceu aqui; vimos a imprudência e a frieza com as quais ocupam a cidade", afirmou.
E seguiu: "O mundo inteiro está de luto pelo povo de Butcha, e são eles que estão defendendo as fronteiras da Europa, a humanidade e a democracia".

Fotos: Reprodução
A alemã prometeu que a UE apoiará o país para que ele saia da guerra como uma nação democrática. Borrell fez coro à mensagem e disse que a visita ajudou a constatar que a Ucrânia "ainda está no controle de seu território".
"A Ucrânia não é um país invadido ou dominado; ainda há um governo que recebe pessoas de fora", disse, acrescentando esperar que a UE envie um pacote de € 500 milhões (R$ 2,5 bi) para Kiev nos próximos dias.
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Ele também anunciou a reabertura da embaixada da UE em Kiev, com o retorno de uma delegação para o local. Moscou nega os ataques a civis em Butcha e afirma que as imagens foram montadas. (Reuters)
Fonte: Portal Folha de São Paulo
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