22 de Abril de 2026

NOTÍCIAS
Mulher na Política - 01/03/2024

Violência política de gênero, você sabe o que é?

Compartilhar:
Foto: Reprodução Google

Nas últimas eleições gerais, em 2018, somente 7,4% das vagas ao Senado Federal e 15% da Câmara dos Deputados, foram ocupadas por mulheres.

O cenário político brasileiro atualmente é dividido entre 53% de mulheres aptas a votarem em 2022 e apenas 47% de homens, de acordo com dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Mesmo sendo a maioria do eleitorado, as mulheres ainda são sub-representadas quando o assunto é ocupar os cargos de poder.

 

Nas últimas eleições gerais, em 2018, somente 7,4% das vagas ao Senado Federal e 15% da Câmara dos Deputados, foram ocupadas por mulheres. A mesma realidade está refletida nos estados, que elegeram apenas uma governadora, 3% do total e 161 deputadas estaduais, 15% dos 1059 parlamentares das Casas Legislativas.

 

A violência política de gênero pode ser caracterizada como todo e qualquer ato com o objetivo de excluir a mulher do espaço político, impedir ou restringir seu acesso ou induzi-la a tomar decisões contrárias à sua vontade. As mulheres podem sofrer violência quando concorrem, já eleitas e durante o mandato.

 

Veja também

 

"Em abril devemos vivenciar a redução de casos de dengue", diz secretária

'Não serei juíza de um mundo caduco', diz Cármen Lúcia sobre eleições deste ano

 

 

A violência política de gênero e a falta de incentivo às mulheres para ingressar e permanecer nos espaços de poder, além das barreiras históricas e dificuldades com o acúmulo de funções como mães e esposas, podem ser consideradas as maiores causas desta sub-representação das mulheres nestas posições nos espaços de poder e decisão, processo que prejudica a democracia no país.

 

O que é violência política?

 

 

Segundo o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, a violência política de gênero pode ser caracterizada como todo e qualquer ato com o objetivo de excluir a mulher do espaço político, impedir ou restringir seu acesso ou induzi-la a tomar decisões contrárias à sua vontade. Esses atos podem ser agressão física, psicológica, econômica, simbólica ou sexual e as mulheres podem sofrê-la quando concorrem, já eleitas ou durante seu mandato.

 

 

 

Assim, ameaças à candidata, interrupções frequentes de sua fala em ambientes políticos, desqualificação, difamação e violação da sua intimidade, são consideradas violência política de gênero. Bem como, desviar de recursos de campanhas das candidaturas femininas para as masculinas.

 

   

 

Com o objetivo de criar um ambiente propício à equidade de gênero, que fortalece a diversidade e a democracia, diversas iniciativas de apoio à candidatura de mulheres surgiram nos últimos anos. Para incentivar a entrada e a permanência das mulheres na política, por exemplo, o TSE lançou este a campanha Mais Mulheres na Política em 2022.

 

Curtiu? Siga o Portal Mulher Amazônica no FacebookTwitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp e Telegram. 

 

Canais para denúncia

 

 

Fotos: Reprodução Google

 

Qualquer pessoa que sofra ou presencie qualquer tipo de violência política de gênero, pode contatar a Central de Atendimento à Mulher, por meio do Ligue 180, que atende todo o território nacional e também pode ser acessado em outros 16 países.

 

Fonte: com informações do Portal Unale 

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Nome:

Email:

Mensagem:

LEIA MAIS
Fique atualizada
Cadastre-se e receba as últimas notícias da Mulher Amazônica

Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.