Pfizer é fabricante do Viagra, enquanto a Allergan produz o Botox
O deputado federal Elias Vaz (PSB-GO) relatou a VEJA que o levantamento feito por ele e sua equipe das compras de Viagra pelas Forças Armadas aponta a suspeita de superfaturamento dos comprimidos por parte da instituição.
Segundo o deputado, houve casos em que a Marinha comprou o medicamento por 3,65 reais em 7 de abril de 2021, e o Exército, por 1,50 reais — apenas uma semana depois, em 14 de abril do ano passado. Ele diz que, até o final da tarde desta segunda-feira, 11, entrará com um pedido de investigação junto ao deputado Marcelo Freixo (PSB-RJ) para apurar supostas irregularidades.
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“Eu tenho feito pesquisas e os gastos do Exército chamam a atenção. São compras de filé, picanha, bacalhau e cerveja”, afirmou ele. “E, agora, descobrimos essas compras de Viagra, com sinais de superfaturamento”, diz ele. Foram 373,2 mil quilos de picanha e mais de 80 mil cervejas das marcas Heineken e Stella Artois só no ano passado.

Os parlamentares vão acionar o Ministério Público Federal para pedir investigação sobre indícios de superfaturamento na compra de Viagra para as Forças Armadas. O índice pode chegar a 143%, segundo levantamento dos parlamentares.
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“Além de gastar dinheiro público com Viagra, tudo indica que o governo Bolsonaro ainda comprou acima do preço de mercado. O Congresso Nacional e a toda a sociedade merecem uma explicação. O brasileiro está amargando um reajuste terrível no valor de medicamentos e faltam remédios para doenças crônicas nas unidades de saúde. Enquanto isso, o governo está gastando para atender as Forças Armadas com Viagra”, afirma Elias Vaz.
Fonte: Revista Veja
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