22 de Abril de 2026

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Política - 16/05/2023

Valdemar Costa Neto diz que Jair Bolsonaro 'não é uma pessoa normal'

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Foto: Reprodução/Montagem Portal Mulher Amazônica

Valdemar afirmou que Bolsonaro ficou "quebrado" após a derrota; por isso, não conseguiu pedir que os seguidores desocupassem os acampamentos.

O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, disse, nesta terça-feira (16/5), que Jair Bolsonaro “não é uma pessoa normal” e que o único problema do posicionamento do ex-líder do Executivo em relação aos acampamentos e atos golpistas em Brasília foi “erro de comunicação”.

 

Durante entrevista à GloboNews, Valdemar afirmou que, após o segundo turno das eleições de 2022, o então candidato à reeleição ficou “quebrado”. “Ele [Bolsonaro] ficou de tal maneira abatido, que pensei que ele fosse morrer. Na primeira semana, depois do segundo turno”, contou.

 

O político revelou ter conversado com Bolsonaro após a vitória de Lula e questionado se ele falaria com os seguidores. No entanto, de acordo com Valdemar, como o ex-presidente estava abatido, ele não conseguiu se comunicar com a massa de apoiadores.

 

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“Bolsonaro não é uma pessoa como nós. Bolsonaro não é uma pessoa normal. Não estou dizendo que ele é errado ou certo”, disse. “O problema dele é erro de comunicação”, completou Valdemar.

 

 

Para o presidente nacional do PL, Bolsonaro devia ter pedido aos seguidores que desocupassem os acampamentos em frente aos quartéis antes do Natal.

 

(Fotos: Reprodução)

 

Ainda de acordo com Valdemar, a situação se agravou devido a uma “falha na comunicação”, porque Bolsonaro ficou muito abatido depois do segundo turno. “Ele teve esse problema. Ele não conseguiu se dirigir a essa gente, e deixou essa gente triste”, avaliou.

 
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Ataques de 8/1

 

Grupo de apoiadores de Jair Bolsonaro ocupou a Esplanada dos Ministérios, em 8 de janeiro para protestar contra a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais de 2022. Na ocasião, o grupo invadiu e destruiu os prédios do Congresso Nacional, Palácio do Planalto e Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Fonte: com informações do Portal Metrópoles 

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