22 de Abril de 2026

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Política - 14/08/2023

Urgente: polícia federal pede apoio dos EUA para acessar contas de Bolsonaro e Cid no exterior

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Foto: Reprodução/Montagem Portal Mulher Amazônica

Polícia Federal solicitou oficialmente ao STF autorização para acionar autoridades norte-americanas. Entenda qual é a estratégia e como a situação se agrava para o ex-presidente

A Polícia Federal encaminhou oficialmente ao Supremo Tribunal Federal um pedido de autorização para que possa solicitar cooperação do governo dos EUA no caso das joias que teriam sido subtraídas e vendidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seus assessores.

 

Na prática, a solicitação, se atendida, permitirá que as autoridades norte-americanas quebrem os sigilos bancários, das contas em seu território, do antigo ocupante do Palácio do Planalto, do tenente-coronel Mauro Cesar Barbosa Cid e de seu pai, o general da reserva Mauro Cesar Lourena Cid. A informação é da jornalista Bela Megale, do jornal carioca O Globo.

 

Outro ponto que é almejado com o pedido feito pela PF é que o FBI, o Departamento Federal de Investigações dos EUA, mande agentes aos estabelecimentos onde essas joias, relógios e itens valiosos foram negociados, para que dentro da lei estadunidense essas provas sejam colhidas e enviadas ao Brasil.

 

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O lugar de maior interesse para os investigadores é a loja onde o advogado da família Bolsonaro, Frederick Wassef, recomprou um Rolex que foi vendido pela organização criminosa meses antes. Ele teria tomado tal atitude depois que o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que o ex-presidente devolvesse o relógio e as joias que havia recebido do governo da Arábia Saudita, após o caso do desaparecimento dos itens virar um escândalo na imprensa. A PF já tem o recibo emitido na aquisição do Rolex, que custa R$ 300 mil, e nele consta o nome de Wassef como comprador, o que para interlocutores políticos é principal prova do envolvimento do ex-presidente com os crimes.

 

Fotos: Reprodução

 
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A situação de Bolsonaro no escândalo de furto de bens do Estado para vendê-los e ficar com o dinheiro tem se agravado a cada dia, desde a última sexta-feira (11), quando a PF desencadeou a Operação Lucas 12:2 e descobriu que até mesmo o pai de seu antigo ajudante de ordens, o general Mauro Cesar Lourena Cid, amigo íntimo do ex-presidente desde os tempos da AMAN (Academia Militar das Agulhas Negras), seria um dos operadores do esquema criminoso.

 

Fonte: com informações da Revista Fórum 

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