04 de Maio de 2026

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Internacional - 02/07/2022

Ucrânia classifica ataque russo a prédio residencial no sul do país como 'terror deliberado'

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Foto: Reprodução

O presidente ucraniano comentou os ataques a prédios civis em Odesa - que mataram 21 pessoas, incluindo ao menos uma criança. Volodymyr Zelensky definiu como ?terror russo consciente e deliberadamente direcionado?.

A Ucrânia classificou o ataque russo a um prédio residencial no Sul do país como terror deliberado. No Leste, ucranianos relatam sentir medo e impotência diante do aumento dos confrontos na região.

 

Foi assim o sábado (2) em Bakhmut, cidade na região de Donetsk: com pessoas carregando corpos. No dia seguinte a mais um ataque das forças russas, deu para ver o estrago que os foguetes fizeram. Os moradores estão devastados.
Um ucraniano diz que o ataque destruiu o telhado todo da casa dele, que o teto caiu e as janelas quebraram.

 

“Tenho 81 anos. Não tem ninguém para me ajudar. É sujeira, é entulho. O que eu faço?”, questiona.
Em Severodonetsk, cidade capturada pelos russos na semana passada, as pessoas lutam para sobreviver. Uma mulher fala que o futuro é assustador. A senhora diz que só quer ver os filhos e netos.

 

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Nesse sábado (2), houve relatos de ataques em Kharkiv e Mykolaiv.

 

Imagens mostram um avião que passa pela chamada Ilha da Cobra largando bomba. A Ucrânia acusou o governo russo de não cumprir as afirmações de que tinha deixado a ilha – lugar estratégico no Mar Negro que estava em disputa desde o começo da guerra. O governo da Rússia não fez nenhum comentário sobre as imagens. Não há informações sobre feridos.

 

 

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, comentou os ataques de sexta-feira (1º) a prédios civis em Odesa - que mataram 21 pessoas, incluindo ao menos uma criança. Zelensky definiu como “terror russo consciente e deliberadamente direcionado” e “não algum tipo de erro”.

 

Fotos: Reprodução

 

Enquanto isso, o presidente da Ucrânia segue correndo atrás de mais ajuda. Ele ligou para os presidentes da Argentina e do Chile e escreveu em uma rede social que continua estabelecendo relações com a América Latina, que ele definiu como uma “região importante”.

 

O conflito continua fazendo muita gente sair de casa e recomeçar em outra cidade. Pessoas foram embora correndo de Lysychansk, um dos principais alvos hoje das forças russas. Elas foram pra Dnipro.

 

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“É porque tem uma guerra”, diz Ofélia, de 3 anos. A mãe perguntou se ela tem medo: “Sim, eu estava me escondendo”, responde.

 

Fonte: Portal G1
 

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