23 de Abril de 2026

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Política - 06/09/2022

Tribunal Superior Eleitoral manda Twitter excluir posts que ligam Lula a Suzane Von Richthofen

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Foto: Reprodução

As montagens mostram uma mulher de roupa vermelha ao lado do ex-presidente. A pessoa é, na verdade, a influenciadora Patrícia Lélis

A ministra Maria Claudia Bucchianeri, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a remoção de diversas publicações que circulam no Twitter associando o ex-presidente e candidato ao Palácio do Planalto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a Suzane Von Richthofen, condenada pelo assassinato dos pais.

 

A decisão saiu na ultima segunda-feira (5/9) após representação ajuizada pela Coligação Brasil da Esperança. Os alvos são montagens que colocam o rosto de Suzane no corpo de uma mulher vestida de vermelho ao lado do ex-presidente. Agências de checagem já esclareceram que a pessoa da imagem é, na verdade, a influenciadora Patrícia Lélis.

 

No pedido, a defesa destaca que as postagens fizeram as buscas pelos termos “Suzane Von Richthofen e Lula” aumentarem mais de 120% na internet.

 

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Bucchianeri considerou que as publicações têm o “deliberado propósito de induzir o eleitor a erro e de desconstruir a imagem de determinada candidatura a partir de conteúdo indubitavelmente mentiroso”.

 

Ela ainda reforçou que a decisão é uma forma de assegurar “mínima higidez do ambiente informativo, em cujo contexto o cidadão deve formar sua escolha”.

 

TSE manda excluir postagens que ligam Lula a Suzane von Richtofen e com  fake news sobre igrejas | Eleições 2022 | O Globo

 

A decisão também determina que a rede social forneça os dados de acesso, registro e endereço de IP dos autores para identificar os responsáveis.

 

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Fotos: Reprodução


Ainda nesta segunda, o TSE mandou o deputado Eduardo Bolsonaro (PL) apagar de suas redes sociais em até 24 horas publicações em que o político acusa Lula e o PT de apoiarem invasões de igrejas e perseguição a cristãos.

 

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A decisão, assinada pela ministra Cármen Lúcia, ainda estipula uma multa diária de R$ 50 mil caso o deputado faça novas postagens com conteúdo falso.

 

Fonte: Portal Metrópoles

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