Confira!
Existem muitos preconceitos enraizados em nossa sociedade, sobre os quais devemos debater a fim de não reproduzi-los.
A transfobia é um deles! Nesse sentido, preparamos esse artigo com informações sobre ela para que você se informe e possa ajudar no combate desse mal. Confira!
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O que é transfobia?
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Pessoas transexuais e transgênero são aquelas que não se identificam com seu sexo e gênero de nascença. Ser um homem ou mulher trans é o contrário de ser um homem ou mulher cis. Estes, por sua vez, se identificam com o sexo biológico e gênero em que nasceram.
Segundo o dicionário, transfobia é o preconceito contra os transexuais ou pessoas transgênero. Em suma, é toda forma de discriminação ou violência contra pessoas trans por sua identidade de gênero.
Causas da transfobia
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Você já parou para pensar no porquê de a transfobia acontecer? Existem causas principais que, juntas, resultam em uma forma de opressão quase que inabalável. Por isso, é importante conhecer essas causas e evitá-las. Olha só:
É uma questão estrutural: uma razão evidente de esse preconceito acontecer é a cultura da “heterocisnormatividade”, que julga como adequado apenas relações heteroafetivas entre pessoas cis. Isso exclui completamente pessoas trans e de diferentes orientações sexuais.
Falta de conhecimento: a desinformação nos leva a reproduzir comportamentos transfóbicos sem questioná-los.

Questões religiosas: muitas formas de preconceito se relacionam à religião. Isso porque, em alguns casos, o pensamento cristão vigente em nossa sociedade desaprova decisões diferentes das consideradas corretas. Nesses casos, a transexualidade é vista como “um desvio de como as coisas deveriam ser”.
Contrariando estereótipos: tende-se a lidar melhor com o que é “comum”. Por isso, quando alguém se manifesta diferente do considerado normal, contrariando os estereótipos de masculino e feminino cis, por exemplo, sua postura é tida como errada.
Essas são apenas algumas das causas. Devemos entender que é um problema enraizado, ou seja, tem diversas origens e motivações. Vale lembrar que reconhecer e compreender as causas da transfobia é importante, mas não a justifica!
Como combater a transfobia
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Não restam dúvidas de que algo deve ser feito, não é? Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), os países têm a obrigação de combater a transfobia. Quer saber como fazer a sua parte? Acompanhe esses passos simples, mas que podem auxiliar na luta contra esse preconceito.
1. Se informe: Obter conhecimento sobre o tema é imprescindível! Assim, você é capaz de entender melhor a causa e não reproduzir atos transfóbicos.
2. Se posicione: Presenciou uma situação opressora? Faça algo! Ouviu uma piada transfóbica? Repreenda! Não podemos nos calar diante de situações como essa: o preconceito deve ser questionado e debatido sempre!
3. Dê oportunidades: É comum, para pessoas trans, a dificuldade de conseguir emprego devido ao preconceito. Pelo mesmo motivo, ocorre grande taxa de evasão escolar entre a população trans. Caso você possa, empregue e dê visibilidade a essas pessoas!
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Fotos: Reprodução/Google
4. Não seja invasiva: Quando estiver diante de uma pessoa trans, não faça perguntas inapropriadas referentes ao seu sexo ou à cirurgia de redesignação sexual. Você está diante de um homem ou mulher, apenas. Sem rótulos!
5. Eduque as crianças: Sabe-se que a educação é um ponto importante na desconstrução de pensamentos limitantes e ultrapassados. Por isso, seja responsável para que as crianças ao seu redor tenham uma visão livre de preconceitos.
É um dever diário evitar que comportamentos transfóbicos se reproduzam. Faça a sua parte e atue na conscientização do preconceito. Lembre-se: não é preciso ser trans para lutar pela causa!
Transfobia no Brasil
O Brasil é o líder no ranking mundial de países que mais matam transexuais e travestis. Vale lembrar da subnotificação de casos, ou seja: a realidade pode ser muito pior do que os dados oficiais mostram. Apesar de a transexualidade não ser mais considerada uma doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS), ela ainda é patologizada.
Fonte: com informações do Portal M de Mulher
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