Evento expôs o alcance das políticas públicas voltados à mulher no ano de 2023; foi lançado também um Plano Estadual de ações em prol das cidadãs acreanas
A Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Comsiv) do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) elevou o compromisso do judiciário no enfrentamento à violência contra as mulheres durante sua participação de destaque no Seminário de Resultados das Políticas Públicas para Mulheres do Acre.
Na presença de uma diversificada audiência composta por líderes femininas, representantes de movimentos sociais e membros da sociedade civil, a juíza de Direito Louise Kristina, à frente da 2ª Vara de Proteção à Mulher de Rio Branco, representou com distinção a Comsiv, ressaltando a importância da constante presença da Justiça nas iniciativas de proteção.
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O evento, promovido pela Secretaria de Estado da Mulher (Semulher), não apenas revelou os resultados alcançados em 2023, mas também marcou o lançamento do ambicioso Plano Estadual de Políticas Públicas para as Mulheres do Acre, delineando metas até 2026.
Em suas palavras, a juíza destacou: "Fico feliz em ver a mobilização do Estado no combate à violência doméstica e familiar. Contem com o nosso Judiciário, com todo o apoio da Coordenadoria da Mulher e das Varas de Proteção à Mulher."
A secretária da Semulher, Márdhia El-Shawwa, enfatizou a abordagem abrangente das ações implementadas para garantir políticas eficazes às mulheres acreanas, reconhecendo que "o direito das mulheres é difuso e multissetorial".

Fotos: Elisson Magalhães
Além da marcante presença da TJAC, a solenidade contou com representantes de diversas entidades, incluindo o Ministério Público do Acre (MPAC), a Defensoria Pública do Acre (DPE/AC), a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Acre (OAB/AC), a Procuradoria-Geral do Estado do Acre (PGE/AC), a Coordenadoria da Patrulha Maria da Penha, o Conselho Estadual dos Direitos da Mulher no Acre (Cedim/AC) e outras autoridades civis, todos unidos no propósito de promover uma sociedade mais justa e igualitária para todas as mulheres.
Fonte: com informações do Tribunal de Justiça do Acre
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