18 de Abril de 2026

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Saúde - 24/06/2025

Teto de reajuste para plano de saúde individual e familiar é de 6,06%, decide ANS

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Foto: Reprodução/Google

Percentual é válido para os contratos de até 8,6 milhões de beneficiários de planos de saúde individuais e familiares

Na segunda-feira, 23/6, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) limitou a 6,06% o reajuste anual que deve ser aplicado em planos de saúde individual e familiar regulamentado, podendo impactar até 16,4% dos 52 milhões de consumidores de planos de assistência médica no Brasil.

 

“O reajuste definido pela ANS leva em conta o aumento das despesas assistenciais das operadoras em relação aos atendimentos realizados em 2024. Isso inclui tanto o custo dos procedimentos quanto a frequência com que os beneficiários utilizaram os serviços. Nosso objetivo é garantir equilíbrio ao sistema” afirmou a diretora-presidente interina e diretora interina de Normas e Habilitação dos Produtos, Carla Soares.

 

O índice de 6,06% foi definido pela Diretoria de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS, apreciado pelo Ministro da Fazenda e aprovado na manhã da segunda-feira 23/6, em reunião de Diretoria Colegiada da ANS. O reajuste poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato, para os contratos que fazem aniversário em maio e junho, a cobrança poderá ser iniciada em julho ou, no máximo, em agosto, retroagindo até o mês de aniversário do contrato.

 

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Para chegar ao percentual de 2025, a ANS utilizou a metodologia de cálculo que vem sendo aplicada desde 2019, que combina a variação das despesas assistenciais com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), descontado o subitem Plano de Saúde. O valor final do plano de saúde é impactado por fatores como a inflação, o aumento ou queda da frequência de uso do plano de saúde e os custos dos serviços médicos e dos insumos, como produtos e equipamentos médicos.

 

Para a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), o índice de reajuste anunciado pela ANS fica abaixo da real necessidade da recomposição de custos do setor. “Segundo projeções de consultorias internacionais e nacionais, no Brasil, o custo médico-hospitalar deverá crescer entre 12% e 13% em 2025, resultado direto da incorporação de tecnologias, custo de importação e do câmbio, aumento de frequência de utilização de serviços, dentre outros", diz nota.

 

Para chegar ao percentual de 2025, a ANS utilizou a metodologia de cálculo que vem sendo aplicada desde 2019, que combina a variação das despesas assistenciais com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), descontado o subitem Plano de Saúde. O valor final do plano de saúde é impactado por fatores como a inflação, o aumento ou queda da frequência de uso do plano de saúde e os custos dos serviços médicos e dos insumos, como produtos e equipamentos médicos.

 

Fotos: Reprodução/Google

 

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Para a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), o índice de reajuste anunciado pela ANS fica abaixo da real necessidade da recomposição de custos do setor. “Segundo projeções de consultorias internacionais e nacionais, no Brasil, o custo médico-hospitalar deverá crescer entre 12% e 13% em 2025, resultado direto da incorporação de tecnologias, custo de importação e do câmbio, aumento de frequência de utilização de serviços, dentre outros", diz nota.

 

Fonte: com informações do Portal Correio Braziliense 

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