A fabricante de carros elétricos Tesla relatou uma queda de 13% nas vendas globais durante o primeiro trimestre
A decisão do governo dos EUA de excluir smartphones e outros produtos eletrônicos importados de elevadas tarifas adotadas a mercadorias exportadas pela China e outros países poderá beneficiar a Tesla. Ontem, 11, a Agência de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos publicou uma lista de manufaturados, que fazem parte da “Exclusão de Tarifa Recíproca para Produtos Específicos.”
A lista inclui várias peças de semicondutores, telas planas e circuitos integrados, o que ajuda a Tesla, pois seus veículos elétricos têm telas sensíveis a toques e computadores. Muitas das telas planas são manufaturadas na Ásia, que foi alvo de tarifas pelo governo dos EUA. A TSMC e a Samsung, que produziram chips para a Tesla, têm grandes fábricas na China, Taiwan e Coreia do Sul.
Veja também

Operação Páscoa: Ipem-AM fiscaliza produtos tradicionais da Semana Santa e orienta consumidores
Sem vetos, Lula sanciona Lei da Reciprocidade Comercial
.jpg)
A Tesla não respondeu imediatamente à solicitação da Dow Jones para comentar o assunto.
Nos EUA, produtos importados da Coreia do Sul estão sujeitos a uma taxa de 10% que poderá subir para 25% depois da pausa de 90 dias adotada pelo governo americano. Da mesma forma, a tarifa para Taiwan é de 10%, mas poderá aumentar para 32% em três meses. A Casa Branca impôs tarifas de 145% sobre as importações da China.
.jpeg)
Fotos: Reprodução/Google
Cerca de 25% das peças dos carros da Tesla vendidos nos EUA vêm do México, de acordo com dados da National Highway Traffic Safety Administration. Perto de 65% dos componentes dos automóveis da companhia são fabricados no Canadá e EUA. Antes da suspensão das tarifas recíprocas, estimativas feitas pela Dow Jones apontaram que os custos de veículos da montadora poderiam subir US$ 4 mil por unidade.
Fonte: com informações da Revista IstoÉ
Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.