17 de Maio de 2026

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Ciência e Tecnologia - 07/05/2023

Técnica inovadora de quimioterapia vira esperança contra câncer cerebral incurável

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Foto: Reprodução

Os cientistas utilizaram uma técnica inédita para entregar o tratamento quimioterápico e acessar as células danificadas.

Um grupo de cientistas do Northwestern Medicine, de Chicago, anunciou que conseguiu pela 1ª vez atingir um tumor cerebral considerado incurável usando uma técnica revolucionária de quimioterapia.

 

Com maior incidência em homens, o chamado GBM (glioblastoma multiforme) é geralmente tratado via remoção cirúrgica, já que nem a mais potente quimioterapia consegue alcançar o tumor de maneira consistente. Mas esse quadro pode mudar.

 

Técnica revolucionária

 

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Os cientistas utilizaram uma técnica inédita para entregar o tratamento quimioterápico e acessar as células danificadas. O método consiste em implantar um aparelho de ultrassom no crânio do paciente como “facilitador” do tratamento quimioterápico.

 

Esse aparelho é capaz de abrir a barreira hematoencefálica que impede que os tratamentos intravenosos se acumulem na área do tumor cerebral. Os especialistas do Northwestern Medicine afirmaram que a concentração da quimioterapia no cérebro aumentou de 4 a 6 vezes utilizando essa técnica.

 

A ação do dispositivo não só aumenta a concentração das drogas já utilizadas, como aumenta a eficácia de tratamentos que antes eram considerados fracos demais contra o glioblastoma multiforme.

 

Técnica inovadora de quimioterapia vira esperança contra câncer cerebral  incurável - Planeta

Fotos: Reprodução

 

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Tratamento se mostrou seguro

 

Ainda de acordo com os médicos envolvidos na pesquisa, os resultados preliminares mostraram que o método é seguro e que um paciente pode receber uma dose completa em 4 horas de sessão.

 

“Este é potencialmente um grande avanço para os pacientes com glioblastoma”, disse o Dr. Adam Sonabend, professor associado de cirurgia neurológica na Faculdade de Medicina Feinberg da Northwestern University e neurocirurgião da Northwestern Medicine.

 

O estudo completo foi publicado no The Lancet Oncology

 


Fonte: com informações da Revista Planeta 

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