Equipes como Osasco, Sesc-Flamengo e Sesi-Bauru querem impedir que Minas e Praia Clube se mantenham no topo da competição, que terá início nesta quinta-feira
Por mais de uma década, dois clubes se alternaram no topo. No período, a torcida se acostumou a ver Rio e Osasco brigarem pelo título da Superliga Feminina a cada ano.
Nas últimas três edições, porém, o domínio mudou de mãos. Minas e Praia Clube deram início a uma nova soberania nas quadras nacionais. Na nova temporada, que começa nesta quinta-feira, a dupla mineira se mantém como favorita à conquista. Outras equipes, porém, tentam acabar com a hegemonia rival.
Na temporada 2017/2018, o Praia Clube interrompeu o domínio do Rio de Janeiro, hoje Sesc-Flamengo, para conquistar seu primeiro título da Superliga. Nas duas edições seguintes, porém, caiu para o Minas na decisão. A equipe de Uberlândia chega à nova temporada com o status de maior favorita por conta dos últimos resultados. Neste mês, conquistou os títulos da Supercopa e do Sul-Americano justamente com triunfos sobre o maior rival.
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Com um time que já se provou forte, o Praia tenta retomar o topo nacional na nova temporada. Para isso, o técnico Paulo Coco conta com a experiência de Walewska, em sua última Superliga, e o talento de jogadoras como a levantadora Claudinha, a central Carol e as irmãs dominicanas Brayelin e Jineiry Martinez. A equipe estreia na temporada nesta sexta-feira, contra o Pinheiros.
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O Minas, por outro lado, tenta recuperar o ritmo depois das quedas para as rivais. A equipe do técnico Paulo Negro se mantém com um dos melhores elencos do país. Thaisa, MVP da última temporada, lidera um time que se acostumou a vencer. Ao seu lado, Macris, Carol Gattaz, Pri Daroit, Léia e a turca Neriman Oszoy.
A dupla mineira, porém, terá a ameaça de outros rivais. Osasco, por exemplo, investiu firme para voltar a fazer frente aos adversários. Campeão paulista e terceiro colocado nas duas últimas edições da Superliga, o time de Luizomar de Moura tenta voltar a conquistar um título da competição – o último foi na temporada 2011/2012. Tifanny, que tem atuado como oposta, a levantadora Fabíola e as centrais Fabiana, bicampeã olímpica, e a americana Rachael Adams dão força e experiência à equipe em busca do topo.
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Maior vencedor da história da Superliga, ainda que com outros nomes, o Sesc-Flamengo está na fila desde a temporada 2016/2017. Neste ano, Bernardinho tenta deixar para trás a campanha ruim da última temporada, quando acumulou resultados ruins e caiu nas quartas de final. O time aposta no retorno de nomes como Monique e Peña e na permanência de jogadoras como Juciely, Natinha e Juma.
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Fotos: Reprodução
O Sesi-Bauru, por outro lado, tenta ir além. O time chegou às semifinais na última temporada, mas vem de um Paulista abaixo do esperado. A equipe do técnico Rubinho, porém, aposta em um elenco com nomes importantes para incomodar. Dani Lins comanda o time, que conta com Mayany, Adenízia, Suelle, Mara e Nyeme. Depois de um ano em baixa, Drussyla também tenta recuperar o vôlei que a levou à seleção. Além disso, a azeri Odina Aliyeva, com um currículo de conquistas lá fora, e a americana Nia Reed também chegaram para dar mais poder ofensivo ao time.
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Outros times, porém, ainda tentam surpreender. Longe dos rivais de maior investimento, o Barueri promete dar trabalho com um elenco jovem e de potencial. Vice-campeão paulista, a equipe de José Roberto Guimarães corre por fora. Assim como Fluminense, Curitiba e Brasília.
Fonte: Ge
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