Decisão do juiz Rafael Henrique Janela Tamai Rocha, auxiliar do ministro Alexandre de Moraes
A prisão preventiva do general Walter Braga Netto (PL-RJ) foi mantida pelo juiz Rafael Henrique Janela Tamai Rocha, auxiliar no gabinete do ministro Alexandre de Moraes , do Supremo Tribunal Federal . O ex-ministro de Jair Bolsonaro (PL-RJ) participou da audiência de custódia na tarde deste sábado, 14, por videoconferência.
Durante a audiência, Braga Netto optou por ficar em silêncio, conforme revelou a reportagem da GloboNews. A justiça constatou a legalidade da operação da Polícia Federal que resultou na prisão do general e deu detalhes das regras que ele precisará seguir no período em que estiver na detenção.
A audiência de custódia é comum ocorrer após uma pessoa ser presa. Esse procedimento ocorre para que o juiz possa avaliar a legalidade do cuprimento do mandado de prisão e ver se o detento possui alguma informação relevante para emitir. A prisão preventiva não possui prazo para terminar. Braga Netto será levado para o Comando da 1ª Divisão do Exército, na Vila Militar de Deodoro, no Rio de Janeiro.
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O ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito sobre o golpe de Estado, determinou que qualquer visita ao general, que não seja de seus advogados, precisará de permissão do STF, conforme revelou a jornalista Daniela Lima, da GloboNews. Braga Netto foi detido em sua casa, no bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro, após cumprimento de uma ordem expedida por Moraes.
O caso

O general é investigado por ser um dos suspeitos de liderar ações para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após a derrota de Bolsonaro nas eleições de 2022. A Polícia Federal apura que ele teria atuado para obstruir investigações em andamento.
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Fotos: Reprodução Google
De acordo com a PF, Braga Netto participou de uma reunião, realizada em sua casa em 12 de novembro de 2022, onde foram discutidos planos para assassinatos do presidente Lula, do vice-presidente Geraldo Alckmin e do ministro Alexandre de Moraes. Essas acusações estão entre os elementos que levaram ao indiciamento de 37 pessoas, incluindo Bolsonaro, no âmbito das investigações sobre a tentativa de golpe.
Fonte: com informações do Portal iG
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