Especialistas alertam sobre perseguição digital e seus riscos
O universo digital ampliou as conexões, mas também trouxe novas ameaças. Entre elas, está o stalking virtual, quando uma pessoa insiste em vigiar, perseguir ou invadir a privacidade de outra, muitas vezes se escondendo atrás de perfis falsos e comportamentos sutis.
A psicóloga Malena Veloso alerta que, na era digital, é comum confundir fantasia com realidade. “Muitos passam a acreditar que personagens das redes são pessoas reais e tentam levar essa relação para o mundo físico. É preciso compreender que a rede social é uma esfera própria e não confundir com a vida fora dela”, explica.Como começam as perseguições
Segundo Malena, os stalkers iniciam o contato de forma discreta, criando uma falsa confiança. “Eles podem se mostrar dóceis, contar histórias tristes ou usar elogios para conquistar empatia. A vítima, por ser geralmente mais sensível, acaba se envolvendo sem perceber o risco.” A psicoterapeuta Sara Vargas complementa que os perseguidores costumam buscar nas redes aquilo que lhes falta na vida real. “Pode ser amizade, atenção, afeto ou até um amor idealizado. Muitas vezes foram rejeitados em outros ambientes, então projetam na vítima aquilo que acreditam que ela pode oferecer”, explica.
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Como começam as perseguições
Segundo Malena, os stalkers iniciam o contato de forma discreta, criando uma falsa confiança. “Eles podem se mostrar dóceis, contar histórias tristes ou usar elogios para conquistar empatia. A vítima, por ser geralmente mais sensível, acaba se envolvendo sem perceber o risco.”
A psicoterapeuta Sara Vargas complementa que os perseguidores costumam buscar nas redes aquilo que lhes falta na vida real. “Pode ser amizade, atenção, afeto ou até um amor idealizado. Muitas vezes foram rejeitados em outros ambientes, então projetam na vítima aquilo que acreditam que ela pode oferecer”, explica.
Como se proteger

Fotos: Reprodução/Google
As especialistas indicam algumas medidas práticas para reduzir os riscos:
Mantenha conversas formais com pessoas que pareçam invasivas;
Não compartilhe dados pessoais, como endereço ou telefone;
Evite publicar em tempo real os locais onde está. Se possível, poste fotos e vídeos apenas após voltar para casa;
Reforce seus limites online, lembrando ao stalker que ele não conhece sua vida real;
Acione a lei sempre que houver ameaça ou tentativa de exposição da sua imagem.
“O stalker segue uma lógica perversa: só reconhece quem é maior que ele. Por isso, a intervenção da lei e da polícia é fundamental. O objetivo não é mudá-lo, mas garantir a proteção da vítima.”
Fonte: com informações iG
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