19 de Abril de 2026

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Sexo - 23/09/2023

Squirt: O fenômeno da ejaculação feminina

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Foto: Reprodução/Google

Pesquisa realizada pelo Sexlog mostra que 23,5% das mulheres já passaram por esse momento

Um dos grandes tabus que existem quando se trata de sexo é a ejaculação feminina mais conhecida como squirt, que muitos confundem como urina. Além disso, o fenômeno ainda é visto como desconfiança por muitas pessoas que não acreditam que seja possível as mulheres excretarem um líquido pela vagina quando alcançam o ápice do prazer.

 

Uma enquete realizada no Sexlog, o maior site de sexo e swing do Brasil descobriu que 23,5% das mulheres já tiveram, pelo menos, um squirting. Uma delas é Thaty, que divide sua experiência: “É um prazer indescritível. Parece que você quer fazer xixi, mas na verdade é o squirt, nem chega a ser o gozar, é como se fosse um bônus”.

 

A especialista em sexualidade e relacionamentos, Sue Nhamandu, explica que o squirt é o líquido incolor liberado pelas glândulas parauretrais e que possui antígeno prostático (PSA), algo que não é presente na urina, portanto, os líquidos não são os mesmos. “Todas que possuem essas glândulas podem ter um squirting e existem técnicas para que alcançá-lo”.

 

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De acordo com a psicóloga e especialista em sexualidade, Suelen Tavares, o orgasmo é uma sensação que precisa de estímulos e que atinga o ápice de prazer. “Somos ensinados que sexo se resume ao estímulo do pênis e da vulva e que é necessário ocorrer penetração. Porém, o sexo é uma experiência, e para que você sinta prazer intenso e chegue ao orgasmo, é importante estimular os cinco sentidos”.

 

Rosângela, uma das participantes da pesquisa, conta que já teve seu primeiro squirt por meio de uma masturbação. “Uma vez estava conversando com um amigo e fiquei muito excitada, comecei a me tocar tão intensamente que ejaculei”, relatou.

 

Fotos: Reprodução/Google

 

Para a especialista, é possível sim atingir momentos de ápice de prazer sozinha. "O cérebro é o órgão mais importante quando se trata de sensações, é ele que envia mensagens para que o nosso corpo se prepare para o ato sexual, lubrifique e se excite. É nele que se forma o que, para você, representa desejo e remete ao prazer, a partir da sua experiência e história de vida.", explica.Na pesquisa, os relatos das mulheres apontaram ser mais positivos do que negativos. Suelen dá algumas dicas para quem que tentar chegar nesse ponto.

 
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“Coloque uma música sensual, ou um conto erótico, vende quem está com você, explore os outros sentidos, use géis comestíveis, doces, velas de massagem, óleos que esquentam sem queimar, explore. A pele é nosso maior órgão sexual, temos terminações nervosas por todo o corpo. Por isso, a massagem e o toque são grandes trunfos para aumentar a excitação sem ir direto aos genitais”, destaca.

 

Fonte: com informações do Portal iG

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