17 de Abril de 2026

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Qualidade de Vida - 29/04/2024

Sono e dicção: como ir ao otorrino pode melhorar sua qualidade de vida

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Foto: Reprodução/Google

A atuação desse profissional é mais abrangente do que muitos imaginam. Por isso, o Metrópoles dá cinco dicas sobre quando procurá-lo

Se você pensa que ir ao otorrinolaringologista é só para tratar doenças e distúrbios relacionados a ouvidos, nariz e garganta, você está muito enganado. Além de desempenhar esse papel, a atuação desse profissional se estende desde cuidados pediátricos até procedimentos estéticos e tratamento de distúrbios do sono e tontura. É isso mesmo!

 

Por isso, o Metrópoles, em parceria com a clínica OtorrinoDF, explica como uma consulta com esse especialista pode resolver problemas que incomodam, e muito, a sua rotina e você não sabia a quem recorrer.

 

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Sono

 

 

 

Não espere chegar ao ponto do parceiro ter que ir dormir no sofá por conta do ronco para procurar o auxílio de um otorrino. Apesar da brincadeira com esse exemplo, é importante frisar que esses distúrbios na hora do repouso podem causar dificuldades no aprendizado e até afetar o crescimento fisiológico das crianças.

 

“Dormir bem é fundamental para qualquer coisa. O sono é dividido em quatro etapas. E, com o distúrbio do sono, a quarta, que é responsável por fixar as informações do dia anterior, não é completa”, define o dr. Stênio Ponte Dias, fundador da OtorrinoDF.

 

 

 

Distúrbios como a apneia obstrutiva do sono muitas vezes têm uma base anatômica relacionada ao nariz e à garganta. E com o diagnóstico correto, uma avaliação feita pelo otorrino pode indicar a solução por meio de uma cirurgia da adenoide ou desvio de septo ou avanço da mandíbula.Dependendo do caso, há ainda outros tratamentos que não envolvem cirurgia e são mais “em conta”, como reeducação alimentar e fonoaudiologia.

 

“O ronco é um dos sintomas. É como uma febre, que o médico precisa descobrir o que está causando. Então, se você ronca, vamos analisar se tem uma adenoide grande, uma amígdala grande, ou se é porque você tem uma apneia por um distúrbio neurológico ou distúrbio do tamanho da úvula”, explica.

 

“O ideal é ir à consulta assim que começar a roncar. Por exemplo, engordei 5 kg e comecei a roncar. Ou, depois que eu parei de fazer atividade física, comecei a roncar. Esse ‘comecei a roncar’, a gente trata precocemente”, pontua.“A prevenção [do cuidado do sono] é para não chegar a esse ponto de trocar de quarto porque está roncando demais ou acordar cansado e não render no trabalho.”


Rinoplastia

 

 

 

Você sabia que nos Estados Unidos já existe a cultura de buscar um otorrino para fazer procedimentos cirúrgicos como a rinoplastia?Dr. Stênio explica que isso se dá por conta do risco da cirurgia plástica no nariz. E, como os otorrinos possuem um profundo conhecimento da anatomia do pescoço, nariz e ouvido, eles são especialistas em combinar correções funcionais necessárias com cirurgias estéticas, proporcionando mais autoestima e qualidade de vida ao paciente.

 

Tanto que a clínica OtorrinoDF tem uma equipe altamente preparada e protocolos rigorosos de pré e pós-cirúrgico estabelecidos com o objetivo de garantir a satisfação do paciente.

 

A Fala na infância

 

Fotos: Reprodução/Google


A pandemia atrapalhou o desenvolvimento da dicção de várias crianças brasileiras por causa da falta de contato com outras pessoas além da família.“A gente aprende a falar não só em casa, mas também na escola, brincando com os amiguinhos, errando e aprendendo. É quando a professora corrige, e até quando o coleguinha tira onda com quem está falando errado”, detalha o otorrino sobre os impactos positivos do convívio social para a dicção.

 

Muitas vezes, a correção desse problema está associada a questões otorrinolaringológicas, como disfunção das cordas vocais, amigdalite recorrente e obstruções das vias respiratórias superiores.Outros fatores também podem influenciar nos distúrbios de fala e aprendizado, como dificuldade de alimentação na infância – e o otorrino pode indicar opções de tratamentos.

 
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“Se a criança tem uma amígdala ou adenoide grande, ela pode sufocar ao falar demais e não consegue manter um ritmo de fala constante. Ela sente falta de ar. Então, isso tem a ver com a anatomia dessa região da face da boca e da faringe”, complementa o dr. Stênio.

 

Fonte: com informações do Portal Metrópoles

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