Outras 170 pessoas estariam feridas, segundo a mídia local.
O número de mortos em duas explosões que ocorreram durante uma cerimônia em homenagem ao general Qassem Soleimaini, falecido em 2020, subiu para 103, informou a imprensa iraniana nesta quarta-feira, 3. Outras 170 pessoas estariam feridas, segundo a mídia local.
As bombas explodiram em um momento de tensão no Oriente Médio, um dia após o número dois do Hamas, Saleh al Aruri, aliado do Irã, morrer em um ataque com drone em Beirute, que as autoridades libanesas atribuíram a Israel.
As explosões ocorreram perto da mesquita Saheb al Zaman, onde se encontra o túmulo de Soleimani, na cidade de Kerman, no sul do país. Rahman Jalali, vice-governador da província de Kerman, declarou na televisão que as bombas foram “um atentado terrorista”. No entanto, ele não citou nenhum grupo que poderia estar por trás dos ataques.
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Foto: Reprodução Google
Citando o prefeito de Kerman, Saeed Tabrizi, a agência de notícias ISNA afirmou que as duas explosões ocorreram com 10 minutos de diferença. A multidão lembrava o quarto aniversário da morte de Soleimani, assassinado aos 62 anos em um ataque em 2020 realizado com um drone americano nos arredores do aeroporto de Bagdá.
O general, encarregado das operações exteriores dos Guardiães da Revolução — o exército ideológico do Irã — foi o arquiteto das operações militares iranianas no Oriente Médio. Após participar na guerra Irã-Iraque (1980-1988), chegou rapidamente até converter-se em chefe da Força Quds, responsável pelas operações exteriores da República Islâmica.
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Era uma das personalidade públicas mais populares do país. Após sua morte em 2020, o aiatolá Ali Khamenei, guia supremo do Irã, decretou três dias de luto nacional.
Fonte: com informações da Revista IstoÉ
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