Embora ainda haja preconceito e desconhecimento sobre a libido na velhice, estudos mostram a importância da prática sexual em todas as idades
Falar de sexo ainda é um grande tabu, ainda mais quando o assunto é sexo na terceira idade. Muitas vezes o preconceito com a questão, faz com que muitas pessoas desistam de suas vidas sexuais.
No entanto, manter relações sexuais em todas as idade, ajuda o nosso bem-estar. Uma pesquisa publicada recentemente no The Journal of Sexual Medicine, realizada na Bélgica com idosos entre 70 e 99 anos, constatou que um terço desta população (31,3%) tinha uma vida sexualmente ativa.
Pesquisa feita no Brasil em 2017 pelo Pnad constatou que há mais de 30 milhões de pessoas acima dos 60 anos de idade, e isso vai aumentar bastante, porque as pessoas estão vivendo mais e com mais qualidade.
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Foto: Reprodução/Google
De acordo com a especialista em longevidade ativa e qualidade de vida na terceira idade Márcia Sena, da Senior Concierge, em entrevista ao site Estado de Minas, ainda há muito o que se discutir a respeito.
Ainda que muitos esperem uma velhice assexuada, como se o indivíduo não tivesse mais a necessidade dessa troca, o que não é verdade, ela ressalta que não há uma idade para parar de fazer sexo, a não ser quando a pessoa quiser parar.
Márcia afirma que a vida sexual ativa pode ser muito benéfica também na terceira idade, pois proporciona bem-estar, melhora a autoestima, além do cuidado e companheirismo, ou seja, pode estar entre os pilares de estímulos físicos e mentais, e ainda incentiva um desempenho melhor na habilidade cognitiva. Em outras palavras, o sexo é um auxílio para manter o cérebro em forma à medida que se envelhece.
Fonte: com informações do Portal Nova Mulher
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