19 de Abril de 2026

NOTÍCIAS
Sexo - 14/12/2023

Sexo de meia? Entenda o fetiche e saiba por que facilita o orgasmo

Compartilhar:
Foto: Reprodução/Google

Após o apresentador Geraldo Luís afirmar que só faz sexo de meia, o fetiche inusitado ganhou os holofotes nas redes sociais

O apresentador Geraldo Luís causou polêmica durante sua participação no podcast Bagaceira Chique, no qual revelou para Luciana Gimenez que só faz sexo usando meias. “Eu só durmo e faço amor de meias. E se a pessoa estiver usando meias, me dá mais tesão. Você não tem noção, é sexy!”, afirmou.

 

Apesar de a declaração ter gerado piadas, existem muitas pessoas que sentem desejo sexual em itens de vestuário específicos, e as meias são um exemplo.Sentir tesão por pessoas com meias é, de alguma forma, uma vertente da famosa podolatria — o fetiche por pés. Mesmo que muita gente torça o nariz, o comportamento é mais comum do que se imagina e pode ser praticado de forma totalmente saudável.

 

“Há muitos anos, regras sobre o que é certo ou errado no comportamento sexual começaram a ser criadas. Com isso, pessoas que saem daquele padrão de ‘normalidade’ passam a ser consideradas não saudáveis, aberrações, ou que precisam de tratamento”, explica.

 

Veja também 

 

Solteira sim, sozinha nunca: o poder dos brinquedos eróticos na vida sexual feminina

Buscas por lubrificantes aumentaram mais de 90% em 5 anos; entenda

Foto: Reprodução/Google

 
Curtiu? Siga o Portal Mulher Amazônica no FacebookTwitter e no Instagram
Entre no nosso Grupo de WhatApp e Telegram.

 

Mas o psicólogo reforça que todo e qualquer comportamento sexual que tenha consentimento, não faça mal a ninguém e não coloque o bem-estar de nenhum dos envolvidos em risco é normal e saudável. “São simplesmente pessoas que aproveitam seu prazer de uma forma que sai do convencional”, afirma.

 

Fonte: com informações Portal Metrópoles

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Nome:

Email:

Mensagem:

LEIA MAIS
Fique atualizada
Cadastre-se e receba as últimas notícias da Mulher Amazônica

Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.