O senador pelo Amazonas, Omar Aziz (PSD), afirmou nesta segunda-feira (30), que o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ), participou ativamente do ato de 8 de janeiro.
“Não tenha dúvida nenhuma. Carlos Bolsonaro, participou ativamente desta tentativa de golpe, da destruição dos poderes de Brasília. E está impune”, afirmou Omar a Globo News, ao relembrar que entregou junto com outros senadores em 2021, ao atual procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Luciano Mattos, uma cópia de um documento sigiloso em que apontava, Carlos Bolsonaro, como dono do gabinete do ódio dentro do Palácio do Planalto.
''Se tivesse sido punido lá atrás, quando a CPI mostrou que ele era uma das pessoas e que fazia apologia aos não medicamentos comprovados tipicamente, a não se vacinar. Talvez, não tivesse acontecido o que aconteceu no dia 8 de janeiro”, destacou.
Segundo Omar, o documento entregue ao procurador-geral do Rio de Janeiro, apontava claramente a participação do vereador no gabinete do Ódio.
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Omar Aziz: Carlos Bolsonaro participou ativamente da tentativa de golpe e destruição dos poderes em Brasília.
— GloboNews (@GloboNews) January 30, 2023
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“O atual o procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, recebeu das minhas mãos, do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), do senador Renan Calheiros (MDB-AL), com uma cópia de um documento sigiloso, em que ele colocava muito bem no lugar, Carlos Bolsonaro, como dono daquele gabinete do ódio, dentro do Palácio do Planalto. Que financiado, hoje, que a gente sabe, pelo cartão corporativo do Bolsonaro, em que foram financiadas muitas coisas como almoço, lanche e uma série de coisas”, disse Omar.
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Foto: Reprodução
O senador ainda lembrou que Carlos Bolsonaro, se hospedou com o dinheiro do governo brasileiro, sem ter cargo dentro do governo brasileiro.
“O próprio Carlos Bolsonaro, se alojando, se hospedando com o dinheiro do governo brasileiro, sem ser absolutamente nada dentro governo. Participou de reuniões lá dentro e chefiando o gabinete do ódio”, finalizou Omar que disse que ainda está nas mãos do procurador-geral do Rio de Janeiro o documento.
Omar ainda salientou que o procurador tem isso e outras coisas contra Carlos Bolsonaro.
Fonte: Com informações do Portal Direto ao Ponto
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