17 de Abril de 2026

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Qualidade de Vida - 28/02/2025

Semente saborosa reduz o colesterol ruim e ajuda no controle do peso

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Foto: Reprodução/Google

Esta semente ajuda na redução do colesterol ruim, no controle do peso e até na melhora da saúde cardiovascular

Nos últimos anos, o Brasil tem presenciado um fenômeno culinário curioso: o crescente consumo de pistache, um ingrediente que, embora cada vez mais popular entre os brasileiros, não é produzido localmente.

 

Presente em sorvetes, panetones, chocolates e uma variedade de outros produtos, ele está conquistando o paladar do brasileiro, mas a produção do fruto ainda depende da importação. O destaque dessa iguaria está não apenas no sabor, mas também em seus benefícios nutricionais, que têm despertado o interesse de consumidores e produtores.

 

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A liderança dos Estados Unidos e a estratégia de marketing no Brasil

 

 

O pistache é produzido em larga escala nos Estados Unidos, que detêm a liderança mundial na produção da semente. Com isso, a indústria americana tem investido pesadamente no Brasil, promovendo o pistache por meio de campanhas de marketing agressivas.

 

Parcerias com chefs renomados, promoções e eventos gastronômicos têm sido estratégias eficazes para inserir o pistache no cotidiano dos brasileiros. O apelo não está apenas no sabor único da semente, mas também nos seus benefícios para a saúde, com destaque para a presença de gorduras saudáveis, fibras e antioxidantes.

 

Ele é considerado um superalimento, ajudando na redução do colesterol ruim, no controle do peso e até na melhora da saúde cardiovascular. A crescente conscientização dos brasileiros sobre a importância de manter uma alimentação saudável é, sem dúvida, um dos fatores que impulsionam a popularização do pistache no país. Apesar de o Brasil não ser produtor de pistache, algumas iniciativas estão tentando mudar esse cenário.

 

Fotos: Reprodução/Google

 

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No Ceará, por exemplo, estão sendo realizados projetos experimentais para cultivar a árvore do pistache, que pode viver até 100 anos e precisa de climas secos e quentes para prosperar. Porém, esses projetos ainda são pequenos e longe de suprir a demanda crescente do mercado brasileiro. Por enquanto, o pistache que chega aos supermercados e mercados do país é, em sua maioria, importado.

 

Fonte: com informações do Portal Metrópoles 

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