18 de Abril de 2026

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Saúde - 11/03/2025

Saúde reforça estratégias de vigilância e controle da mpox e divulga boletim com cenário da doença

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Foto: Girlene Medeiros/FVS-RCP

Boletim está disponível no site da FVS-RCP (www.fvs.am.gov.br)

A Fundação de Vigilância em Saúde Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), unidade da Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), intensifica as ações de vigilância e controle da mpox no Estado. A iniciativa faz parte do compromisso da gestão estadual de saúde em fortalecer a resposta rápida à doença e fortalecer a rede de saúde para prevenir novos casos.

 

Como parte da estratégia, a FVS-RCP divulga, na segunda-feira, 10/03, o Boletim Epidemiológico sobre a mpox, abrangendo o período de 2022 a 2024. O documento apresenta um panorama do cenário da doença no Amazonas, trazendo dados detalhados sobre a evolução temporal e espacial dos casos, bem como o perfil dos pacientes notificados, confirmados, prováveis e descartados.

 

A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, ressalta a importância da vigilância ativa e da articulação entre os municípios para conter a propagação da doença. “O Amazonas tem um compromisso permanente com a saúde pública e o monitoramento da mpox é estratégia para proteger a população. Estamos intensificando as ações de prevenção e controle, além de promover orientação direcionada aos grupos mais vulneráveis”, detalha.

 

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O responsável técnico do Departamento de Vigilância Epidemiológica (DVE) da FVS-RCP, Alexsandro Melo, acrescenta que a Fundação realiza monitoramento e capacitações em parceria com as secretarias municipais de saúde para fortalecer a vigilância ao registro de novos casos. “Nosso objetivo é que os municípios estejam preparados para identificar precocemente os casos, adotar medidas de controle e evitar a propagação da mpox”, destaca.

 

Panorama

 

O boletim da situação de mpox no Amazonas aponta que, de 2022 a 2024, foram confirmados 436 casos de mpox. A capital, Manaus, concentra a maior parte dos casos confirmados (96,7%). A análise dos casos confirmados no Amazonas indica: Predominância do sexo masculino (95%) e faixa etária mais afetada sendo de 20 a 39 anos (83,9%). A via de transmissão sexual foi responsável por 50,7%.

 

Monitoramento

 

 

A FVS-RCP segue monitorando de perto o cenário de mpox no Amazonas, reforçando a importância da vigilância epidemiológica para a tomada de decisões estratégicas com a divulgação de informes semanais da doença, às quartas-feiras, que, assim como o boletim, estão disponíveis no site da FVS-RCP (www.fvs.am.gov.br).

 

A Fundação realiza o rastreamento contínuo de casos e contatos como estratégia essencial para controlar a circulação da doença. As orientações de prevenção e controle da mpox, destinadas às secretarias municipais de saúde, estão disponíveis na Nota Técnica Conjunta N° 04/2024/FVS-RCP/SEMSA MANAUS, emitida em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Manaus.

 

Rede de assistência à saúde

 

A SES-AM reforça que quem apresentar sintomas suspeitos, como febre, lesões na pele ou cansaço extremo, deve procurar atendimento médico imediatamente na Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima do domicílio e seguir as orientações de isolamento, para prevenir a disseminação do vírus.

 

Quando necessário, os casos suspeitos são encaminhados às Unidades de Referência para realização de coleta de amostras. Gestantes, crianças e pacientes com lesões graves serão encaminhados à Fundação de Medicina Tropical – Dr. Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), em Manaus.

 

Prevenção

 

Fotos: Reprodução/Google

 

A prevenção continua sendo a principal ferramenta para conter a transmissão de mpox. Siga as seguintes orientações para reduzir o risco de infecção:

 

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Evitar contato direto com lesões de pele, erupções cutâneas, crostas ou fluidos corporais de pessoas infectadas; lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou utilizar álcool em gel, especialmente após tocar superfícies compartilhadas ou estar em locais públicos; praticar sexo seguro, utilizando preservativo, e estar atento a sinais suspeitos em si mesmo ou no(a) parceiro(a); manter a etiqueta respiratória, cobrindo a boca e o nariz ao tossir ou espirrar, para evitar a disseminação de partículas virais; usar máscaras de proteção respiratória em ambientes com alta probabilidade de transmissão, como locais fechados e mal ventilados; manter a higiene pessoal de forma rigorosa, garantindo a limpeza adequada do corpo e objetos de uso pessoal. 

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