18 de Abril de 2026

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Saúde - 07/07/2025

Saúde Amazonas registra redução de casos e óbitos no informe de Vírus Respiratórios no estado, nesta segunda, 7/7

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Foto: Arquivo/SES-AM

Foram notificados 736 casos em 2025 e 1.085 em 2024, em igual período, conforme documento detalhado no https://www.fvs.am.gov.br

A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), órgão da Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), atualiza, nesta segunda-feira, 07/07, o Informe Epidemiológico de Vírus Respiratórios no Amazonas destacando a redução nos casos e óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associados a vírus respiratórios. O documento está disponível em https://www.fvs.am.gov.br.

 

No Amazonas, de 1º de janeiro a 05 de julho de 2025, foram registrados 2.513 casos notificados de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Desses, 736 por vírus respiratórios, o que representa uma redução de 32,2% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram registrados 1.085 casos.

 

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De 1º de janeiro a 05 de julho de 2025, foram registrados 43 óbitos por vírus respiratórios. A queda foi de 25,9%, em relação ao mesmo período de 2024, quando foram registrados 58 óbitos por SRAG devido a vírus respiratórios. Dos 43 óbitos em 2025, 20 foram por covid-19, 17 por influenza A, 3 por rinovírus, 2 por influenza B e 1 por parainfluenza. Nas últimas três semanas (15/06 a 05/07), a faixa etária mais atingida é de menores de 1 ano (53%), 1 a 4 anos (24%), 60 anos ou mais (13%), 5 a 9 anos (5%), 10 a 19 anos (3%) e 20 a 39 anos (3%).

 

Ainda nas últimas três semanas, os vírus respiratórios mais identificados em amostras laboratoriais encaminhadas ao Laboratório Central de Saúde Pública do Amazonas (Lacen-AM), integrante da FVS-RCP, foram: rinovírus (56,8%), Vírus Sincicial Respiratório (31,2%), influenza A (11,9%), adenovírus (7,3%), metapneumovírus (3,4%) e bocavírus (1,3%).

 

Rede de Assistência Estadual

 

 

De acordo com a secretária de Estado de Saúde, Nayara Maksoud, a ação integrada entre vigilância e assistência vem contribuindo para o maior controle de SRAG no Estado. A rede estadual conta com 17 unidades de referência para atender a população, com equipes capacitadas para prestar total assistência.

 

São estratégias essenciais no controle de SRAG nas unidades de saúde a triagem de sintomáticos respiratórios, testagem rápida para diagnóstico de Covid-19, exames laboratoriais para identificação de outros vírus, exames de imagem e tratamento, conforme o quadro clínico do paciente.

 

Estratégias como o programa Alta Oportuna, implantado nos prontos-socorros infantis, são exemplos de ações que vêm contribuindo com o maior controle. A medida, que consiste em entregar aos pais o kit de medicamento e orientações para o tratamento em casa, após a alta hospitalar, não só vem ajudando a evitar que a criança retorne ao hospital, como também ajuda a desafogar a rede de urgência e emergência. De acordo com a SES-AM, o atendimento inicial às síndromes gripais deve ser buscado nas Unidades Básicas de Saúde. Em casos mais graves, buscar atendimento hospitalar.

 

Medidas de prevenção

 

 

A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim orienta que, para prevenir as síndromes respiratórias, é fundamental adotar medidas simples, como a higienização frequente das mãos, a prática da etiqueta respiratória (cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar) e evitar aglomerações.

 

É imprescindível que pessoas com sintomas respiratórios, profissionais de saúde, os que precisam entrar em contato com indivíduos sintomáticos e quem faz parte de grupo de risco, como idosos, quem tem comorbidades e indivíduos com doenças de imunossupressão usem máscara de proteção respiratória para evitar transmissão de vírus respiratórios.

 

Fotos: Reprodução/Google

 

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É ainda essencial proteger crianças menores de seis meses de idade, evitando a exposição a ambientes de risco. A vacina contra Covid-19 e Influenza é distribuída para todo o Amazonas e é recomendada para o público elegível, sendo uma medida importante para a redução da transmissão e a prevenção de complicações graves das doenças. 

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