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Meio Ambiente - 03/06/2023

Saiba como a OMS elevou a saúde indígena a uma prioridade global

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Foto: Mário Vilela/Funai

Proposta partiu do Brasil e foi apoiada por 13 países, como Estados Unidos e Nova Zelândia. Aprovada por unanimidade, estratégia terá colaboração do SUS.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou uma proposta do Brasil para a criação de um plano global e estratégico que coloca a saúde dos povos indígenas como uma prioridade em todo o planeta.

 

Com o apoio de 13 países como Estados Unidos, México e Nova Zelândia e da União Europeia, a estratégia mundial foi aceita por unanimidade, na segunda-feira 29, pelos países que participam da Assembleia Mundial da Saúde, na Suíça.

 

A saber, a proposta convida os Estados-membros a desenvolver conhecimento sobre a situação de saúde dos povos indígenas, com seu consentimento livre, prévio e informado. Também permite que os países possam conceber, financiar e implementar planos e outras medidas para o bem-estar dos povos indígenas, além de trocar experiências sobre o tema para conhecer a situação da saúde nos territórios indígenas por meio da coleta dados, identificação das necessidades para acesso à saúde física e mental e redução das desigualdades de gênero, social, cultural.

 

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Os obstáculos geográficos para acesso aos serviços de saúde disponíveis em terras indígenas também serão levados em conta pela resolução, que terá contribuição do Sistema Único de Saúde (SUS), segundo declarou o secretário de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Ricardo Weibe Tapeba, em Genebra.

 

Fotos: Reprodução

 
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O texto determina ainda que as autoridades brasileiras devem “incentivar a atração, formação, recrutamento e retenção de povos indígenas como agentes de saúde levando em conta os saberes e práticas tradicionais”.

 

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), existem mais de 476 milhões de indígenas espalhados em cerca de 90 países, o que corresponde a cerca de 6% da população global, sendo que 19% dessas pessoas vivem em extrema pobreza.

 

Fonte: com informações da Revista VEJA 

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