16 de Fevereiro de 2026

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Ela Podcast - 26/07/2025

Rose Campos no Ela Podcast: os desafios da Biomedicina no Amazonas

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Foto: Reprodução/Portal Mulher Amazônica

O número de profissionais atuando é expressivo, mas sem registro, não conseguimos fortalecer a profissão nem garantir os direitos trabalhistas?, destacou.

No episódio mais recente do Ela Podcast, recebemos uma convidada que representa um setor essencial e muitas vezes invisibilizado da saúde pública na Amazônia: Rose Campos, presidente do Sindicato dos Biomédicos do Amazonas (SINDIBIOM-AM). Em uma conversa clara e assertiva, ela expôs os principais desafios da categoria, refletindo sobre o cenário atual, o papel do sindicato e a necessidade de união para fortalecer a profissão no estado.

 

Durante a entrevista, Rose revelou um dado que chama atenção: estima-se que de 5 a 6 mil biomédicos atuem hoje no Amazonas, mas apenas cerca de 1.300 a 1.400 estão registrados no Conselho Regional de Biomedicina (CRBM). A baixa taxa de registro dificulta não apenas a atuação legal, mas compromete a representatividade da categoria e sua valorização institucional.

 

“É muito importante que o biomédico se registre no Conselho. O número de profissionais atuando é expressivo, mas sem registro, não conseguimos fortalecer a profissão nem garantir os direitos trabalhistas”, destacou.

 

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Fundado em 2014, o Sindicato dos Biomédicos do Amazonas atravessa atualmente um processo de reestruturação profunda. Segundo Rose, apesar da entidade já ter alguns anos de existência, a atual gestão — assumida recentemente — está atuando como se fosse do zero, com foco em consolidação, aproximação e diálogo.

 

“Estamos reconstruindo o sindicato. Precisamos que o biomédico entenda que só há força quando há união. Um sindicato sem associados não é forte. Precisamos dessa adesão para representar melhor a categoria”, explicou. Um dos primeiros passos da nova gestão foi tornar o sindicato mais atrativo e acolhedor para os profissionais. Rose compartilhou que, desde o convite para compor a chapa, sabia que era necessário oferecer vantagens concretas ao biomédico associado.

 

E foi atrás de parcerias:

 

 

 

• Assessoria jurídica especializada
• Convênios com universidades para formação e pós-graduação
• Descontos em laboratórios para exames laboratoriais e de imagem
• Rede de apoio à saúde do profissional

 

 

Esses benefícios visam estimular a associação ao sindicato e criar um ambiente de suporte mútuo, com mais estrutura e respaldo institucional para o biomédico amazonense. Encerrando sua participação, Rose fez um apelo direto aos colegas de profissão:

 

 

 

Fotos: Reprodução/Portal Mulher Amazônica

 

“A nossa gestão é nova, mas o sindicato tem história. Estamos em fase de consolidação, reconstruindo com muito esforço e dedicação. Convido você, biomédico que ainda não é associado, a se juntar a nós nessa luta diária por reconhecimento e valorização. Só assim poderemos ter um sindicato forte e atuante no Amazonas.”

 
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O Ela Podcast agradece imensamente a participação de Rose Campos, presidente do SINDIBIOM-AM, por compartilhar informações tão valiosas e levantar questões urgentes sobre a realidade da biomedicina na Amazônia. Sua presença reforça o compromisso do nosso canal em dar voz a profissionais que fazem a diferença, mesmo diante de desafios históricos e estruturais.

 

Portal Mulher Amazônica

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