Estudo analisou dados de 4.413 pessoas entre 65 e 85 anos
Pesquisadores de renomadas universidades e hospitais nos Estados Unidos desvendaram um vínculo intrigante entre a genética materna e o desenvolvimento do Alzheimer, conforme publicado no JAMA Neurology.
O estudo, envolvendo mais de 4.400 adultos saudáveis entre 65 e 85 anos, revelou que o risco de acumulação de placas beta-amiloide — marcador crucial da doença — é significativamente maior em indivíduos com histórico materno de perda de memória.
Utilizando tomografias PET para examinar a atividade cerebral dos participantes, os cientistas detectaram que aqueles cujas mães apresentaram sinais de declínio cognitivo carregavam níveis elevados dessas placas tóxicas.
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Foto: Reprodução/Pexels
Esta ligação, apesar de desconcertante, sugere uma possível influência da função mitocondrial herdada exclusivamente das mães, cujos defeitos podem desencadear disfunções neurais.
O Alzheimer, um transtorno neurodegenerativo devastador que afeta milhões globalmente, continua a desafiar a ciência. Com estatísticas alarmantes prevendo um aumento exponencial de casos nas próximas décadas, compreender essas conexões genéticas é crucial para avançar no diagnóstico precoce e na busca por tratamentos eficazes.
Fonte: com informações do Correio Braziliense
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