De acordo com o TSE, o Brasil elegeu 724 prefeitas um crescimento de 10% em relação ao primeiro turno de 2020. Apesar do avanço, as mulheres representam só 13% do total de prefeitos eleitos.
Nas eleições municipais de 2024, os brasileiros elegeram um número maior de prefeitas e vereadoras do que na votação de 2020.Uma mãe que viveu a dor de perder a filha assassinada e promete lutar pelas crianças. Uma mulher negra reeleita prometendo olhar pela periferia.
Ana Carolina Oliveira, do Podemos, mãe de Isabela Nardoni, foi a segunda mais votada para a Câmara Municipal de São Paulo, cidade que deu um segundo mandato para Luana Alves, do PSOL. Duas mulheres que ajudam a aumentar o número ainda pequeno de mulheres na política.
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Foto: Reprodução/Google
“O ano que vem, estou preparada para entrar cheia de garra, cheia de vontade de fazer acontecer tudo que nós planejamos, lutando contra essa violência contra as nossas crianças, mulheres, vulneráveis”, diz Ana Carolina Oliveira, vereadora eleita em São Paulo.
“Ter mulheres nessas posições tem a ver com uma busca de representatividade que não é uma representatividade vazia, tem a ver com questões muito práticas da defesa da sua própria vida, das suas próprias condições de vida”, afirma Luana Alves, vereadora reeleita em São Paulo.A realidade parece ainda não refletir a lei que reserva 30% das candidaturas para as mulheres, criada há 27 anos.
Fonte: com informações Uol
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