09 de Maio de 2026

NOTÍCIAS
Violência contra Mulher - 03/12/2022

Repórter brasileira denuncia assédio vivido no Catar: 'Perguntaram se sou atriz pornô'

Compartilhar:
Foto: Reprodução

Trabalhando no país para cobrir a Copa do Mundo, ela denunciou o ocorrido pelas redes sociais e contou ter vivido mais situações de assédio

A jornalista brasileira Isabelle Costa relatou que vem vivido situações de assédio sexual durante a cobertura da Copa do Mundo no Catar. Em vídeo postado na sexta-feira, 2, a profissional desabafou que, dessa vez, foi seguida e gravada por homens, que a perguntaram se ela era "atriz pornô".

 

"ESTOU CANSADA DISSO! Já não é a primeira vez, mas dessa passou dos limites! Estava a caminho do estádio Lusail, pro jogo do Brasil de logo mais, quando na estação do metrô percebo dois homens me seguindo, me gravando e pra completar me abordam perguntando se eu sou uma atriz pornô", relatou a jornalista.

 

"Isso é muito cansativo. Constrangimento e falta de respeito total. Estou farta!", completou a brasileira, que está in loco no país para cobrir o Mundial. Segundo ela, os dois homens que a assediaram saíram correndo quando a jornalista começou a gravar.

 

Veja também

 

 

 Tutela masculina e violência doméstica: os problemas ainda enfrentados pelas mulheres no Catar

Australiano é condenado por matar esposa e trocar por aluna em crime de 1982 solucionado após podcast

 

Repórter brasileira denuncia assédio no Qatar: 'Perguntaram se sou atriz  pornô' 

 

O Catar, sede do Mundial, localiza-se na península arábica na Ásia Continental, no Oriente Médio. Trata-se de um emirado absolutista e hereditário comandado pela Casa de Thani desde meados do século 19 . As posições mais importantes no país são ocupadas por membros ou grupos próximos da família al-Thani. A Freedom House considera o país "não livre" e a Anistia Internacional indica várias violações de direitos humanos.

 

Jornalista brasileira denuncia assédio no Catar: 'Perguntaram se eu era atriz  pornô' - Esporte - Extra Online 

Fotos: Reprodução

 

Desde 2010, quando foi anunciado oficialmente que o Catar sediaria a Copa de 2022, a situação dos direitos humanos no país, principalmente em relação à comunidade LGBTI+, mulheres, imigrantes e jornalistas, gerou preocupação e uma série de críticas.

 

Curtiu? Siga o Portal Mulher Amazônica no FacebookTwitter e no Instagram. 
Entre no nosso Grupo de WhatApp e Telegram.
 

Com relação às mulheres, o país segue um código de vestimenta rígido baseado na tradição islâmica. A regra é que elas cubram do pescoço aos calcanhares. Além disso, o Catar tem uma lei que processa por adultério vítimas de violência sexual, com pena de 100 chibatadas e 7 anos de cárcere. No país, a mulher só pode estudar, trabalhar e viajar se tiver autorização formal do pai, marido ou do empregador.

 

Veja publicação abaixo:
 


Fonte: Com informações do Portal Terra

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Nome:

Email:

Mensagem:

LEIA MAIS
Fique atualizada
Cadastre-se e receba as últimas notícias da Mulher Amazônica

Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.